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    - 15-01-2015 mais
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Testemunhos de profissionais





Letra a Letra vou Aprendendo - Diana Carreira Psicóloga Educacional - Alcobaça


Durante o ano letivo 2015/2016, no Centro Escolar de Alcobaça, foi implementado o programa “Letra a letra, vou aprendendo” em 4 salas, num total de 52 crianças com 5/6 anos.
Antes de iniciar o programa e com a devida autorização dos pais, foi aplicado um pré teste a todas as crianças e após a sua implementação, realizado o respetivo pós teste, para avaliar a evolução de cada um.
Assim, ao longo do ano letivo, uma vez por semana durante cerca de 1 hora, as crianças tiveram contacto com as letras, os seus sons e o seu grafismo, de forma lúdica, com base nos livros da Dra. Paula Teles: “Cartões Fonomímicos” e o “Parque dos fonemas” e alguns jogos por mim elaborados.
Sempre que chegava à escola, era logo recebida de braços abertos e as crianças sempre entusiasmadas, para aprender a letrinha do dia. As imagens apelativas de cada letra produziam curiosidade a par com as cantilenas.
É um enorme prazer trabalhar com estas crianças e ver que estão ali por gosto e a brincar, vão adquirindo conhecimentos essenciais para a aprendizagem da leitura e da escrita.
Os resultados finais obtidos foram bastante satisfatórios, verificando que houve uma evolução positiva em todas as crianças e que a área onde há mais dificuldade é a fonémica. Foi também possível realizar a sinalização de algumas crianças com dificuldades na área da consciência fonológica.
Deixo aqui um testemunho, que posso considerar de sucesso, graças ao fantástico trabalho da Dra. Paula Teles e todo o seu empenho em ajudar estas crianças no seu percurso escolar.
Obrigada por toda a ajuda e dedicação a estas crianças 
Bem-haja,
Diana Carreira
Psicóloga



Letra a Letra vou Aprendendo - Diana Carreira Psicóloga Educacional - Alcobaça - Novembro 2016


Durante o ano letivo 2015/2016, no Centro Escolar de Alcobaça, foi implementado o programa “Letra a letra, vou aprendendo” em 4 salas, num total de 52 crianças com 5/6 anos.
Antes de iniciar o programa e com a devida autorização dos pais, foi aplicado um pré teste a todas as crianças e após a sua implementação, realizado o respetivo pós teste, para avaliar a evolução de cada um.
Assim, ao longo do ano letivo, uma vez por semana durante cerca de 1 hora, as crianças tiveram contacto com as letras, os seus sons e o seu grafismo, de forma lúdica, com base nos livros da Dra. Paula Teles: “Cartões Fonomímicos” e o “Parque dos fonemas” e alguns jogos por mim elaborados.
Sempre que chegava à escola, era logo recebida de braços abertos e as crianças sempre entusiasmadas, para aprender a letrinha do dia. As imagens apelativas de cada letra produziam curiosidade a par com as cantilenas.
É um enorme prazer trabalhar com estas crianças e ver que estão ali por gosto e a brincar, vão adquirindo conhecimentos essenciais para a aprendizagem da leitura e da escrita.
Os resultados finais obtidos foram bastante satisfatórios, verificando que houve uma evolução positiva em todas as crianças e que a área onde há mais dificuldade é a fonémica. Foi também possível realizar a sinalização de algumas crianças com dificuldades na área da consciência fonológica.
Deixo aqui um testemunho, que posso considerar de sucesso, graças ao fantástico trabalho da Dra. Paula Teles e todo o seu empenho em ajudar estas crianças no seu percurso escolar.
Obrigada por toda a ajuda e dedicação a estas crianças 
Bem-haja,
Diana Carreira
Psicóloga



Paula Lourenço - Psicóloga, Escola Internacional do Algarve, junho 2015


A formação

“Dislexia - Teoria e Intervenção Método Fonomímico Paula Teles ®”

que todo o staff da

Escola Internacional do Algarve

recebeu foi sem dúvida um marco de transição nas práticas pedagógicas para a melhoria da qualidade de ensino.

Esta formação permitiu a aplicação consistente e metódica de toda a filosofia do Método Fonomímico Paula Teles®, o que veio melhorar substancialmente não só a fluência leitora dos nossos alunos, mas consequentemente toda a compreensão leitora. Neste momento, os progressos alcançados são absolutamente extraordinários e extensíveis a outras áreas de estudo que não só o português.

Também a aplicação do livro

“Parque dos Fonemas”

ao pré-escolar veio potenciar de uma forma extremamente eficaz a Consciência Fonológica, pelo que para além de se verificarem melhorias de desempenho nas áreas da leitura e da escrita, potenciou também o autoconceito académico, contribuindo para uma evolução significativa do processo de ensino-aprendizagem.

Os resultados e a monitorização permanente demonstram a eficácia do Método Fonomímico Paula Teles® que já faz parte o quotidiano da Escola Internacional do Algarve.

Paula Lourenço

Psicóloga Educacional da Escola Internacional do Algarve.



Diana Carreira - Psicóloga - junho de 2015


Ao conhecer pessoalmente a Dra. Paula Teles, para mim foi uma inspiração.

A sua determinação e simpatia levou-me a investir no seu método, com a aplicação de um Programa de Consciência Fonológica, com o livro

Parque dos Fonemas

a crianças com 5/6 anos que iriam ingressar no 1º ano.

Desde a 1ª sessão foi notório o interesse das crianças nas cantilenas e nas imagens muito apelativas alusivas a cada letra, levando à curiosidade sobre as letras/fonemas que iriamos dar.

Foram utilizados os Cartões Fonomímicos e o CD com as Cantilenas do Abecedário e, de uma forma lúdica, foram trabalhadas cada uma das letras do abecedário, levando à associação do fonema ao grafema correspondente e desta forma foi possível as crianças ganharem contacto com o Princípio Alfabético.

É gratificante quando os pais chegam e dizem que os filhos vão para casa entusiasmados e “ensinam” os pais o que aprenderam nas sessões.
O

Método Fonomímico Paula Teles

, de facto, estimula o desenvolvimento das competências necessárias à aprendizagem da leitura e da escrita, despertando nas crianças o interesse pelos sons, pelas letras, pelas sílabas, rimas, a formar pequenas palavras, pelo conhecimento da nossa língua.

Bem haja Dra. Paula e o meu muito obrigada pelo seu apoio.

Diana Carreira – Psicóloga
Biblioteca da Câmara Municipal de Alcobaça




Mª Beatriz Guerra - Psicóloga no Colégio Moderno de S. José - novembro 2014


Como psicóloga no Colégio Moderno de S. José, Vila Real ,tive a oportunidade de conhecer a Dra. Paula Teles e o trabalho desenvolvido por ela.
A partir deste momento, comecei a trabalhar com os alunos que apresentam dificuldades ao nível da leitura e da escrita com o Método Fonomimico desenvolvido pela Dra. Paula Teles. Têm sido muito estimulante verificar a evolução dos alunos que utilizam este método. Ao longo dos últimos três anos foi percetível a evolução e o sucesso das crianças que acompanho.
Gostaria de expressar à Dra. Paula o meu muito obrigado por todo o seu trabalho e pela ajuda que me tem prestado.

Muito obrigado
Mª Beatriz Guerra



Céu Margarido - Psicóloga Educacional no Agrupamento de Escolas da Vidigueira


Conheci a Dr.ª Paula Teles há quase duas décadas, numa formação sobre Dislexia, na Torre do Tombo.
Surpreendeu-me desde logo o facto de, no final da sessão, ter disponibilizado o seu contacto pessoal, a todos os presentes, para o esclarecimento de dúvidas que eventualmente pudessem ter.

Como me interessei sempre pelas questões da leitura e da escrita e exercendo funções de psicóloga educacional numa escola, não tardou a que sentisse necessidade de entrar em contacto com a Dr.ª Paula para lhe colocar algumas das minhas preocupações, principalmente no que se referia a uma lacuna importante ao nível dos recursos materiais adequados ao trabalho com crianças com aquela problemática.

Na verdade, a minha experiência com crianças em fase de aquisição da linguagem escrita leva-me a constatar que são muitas as que enfrentam aquelas dificuldades e que, num agrupamento de escolas, pode até ultrapassar as estatísticas relativamente à prevalência das crianças com uma Perturbação da Leitura e/ou da Escrita.

Quando lhe telefonei, informou-me que se encontrava precisamente em fase de concepção e elaboração dos referidos materiais e que em breve poderiam ser disponibilizados.

Numa reunião de psicólogos na ex – Direcção Regional de Educação do Alentejo, não hesitei em sugerir a Dr.ª Paula Teles para apresentar o trabalho que se encontrava a desenvolver e, foi assim que, me foi possível, pela primeira vez, ver materiais de qualidade suportados, não só por conhecimentos científicos actuais, mas também pela experiência profissional de quem se entrega de corpo e alma.

A paixão da Dr.ª Paula pelas crianças com esta problemática leva-a a uma grande necessidade de partilhar o seu saber com os outros (pais e educadores), desprendendo-se com gosto daquilo que construiu, desde que saiba que pode, de alguma forma, ajudar não só as crianças Disléxicas, mas todas aquelas que apresentem dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita.

Assim, tive a sorte de poder, observar na sua clínica a intervenção educativa e de desfrutar de todos os materiais que construiu e utiliza.

Através dos resultados que tenho obtido, testemunho a eficácia dos materiais que, só por si, são uma fonte de motivação para as crianças.
Todos eles potenciam o desenvolvimento das competências inerentes na aprendizagem da leitura: a consciência fonológica, o princípio alfabético e a fusão fonémica.

Os

Cartões Fonomímicos e as Cantilenas do Abecedário

  foram criados com base no Método Fonomímico.

A participação activa das crianças na associação de cada correspondência fonema-grafema a uma história, uma cantilena e um gesto, potencia o desenvolvimento das competências necessárias à aprendizagem da leitura e da escrita.

Através da minha experiência profissional testemunho que é mais fácil e motivador aprender a ler e a escrever.

As actividades propostas em o

Parque dos Fonemas

  facilitam o desenvolvimento da consciência fonológica, do princípio alfabético, e a escrita correcta das letras.
Com o

Livro de Apoio ao Parque dos Fonemas

  as crianças podem sentir as letras, literalmente, e interiorizar mais facilmente o seu desenho.

Considero o

Abecedário e Silabário

  um material da maior importância para aqueles que ainda se encontram a procurar entender o princípio da escrita. O treino sistemático da leitura das sílabas pelas crianças leva, sem dúvida alguma, à compreensão do mecanismo da leitura, tornando mais rápida a sua automatização.

Cada texto dos para

Livros de Leitura e Caliortografia 1, 2 e 3,

  obedece a determinados critérios, permitindo trabalhar todos os aspectos da leitura que se pretendem desenvolver.

A utilização de diferentes cores para as letras em função do seu som de acordo com as palavras em que se inserem assim como o uso de serifas associadas às letras, são uma ajuda importante para aqueles que se encontram a dar os primeiros passos no acto de ler.

O registo da

velocidade de leitura, na 1ª e 4ª leituras,

  motiva a criança a melhorar e, não há dúvida de que melhoram, não só da 1ª para a 4ª leitura, mas de texto para texto.
Uma vez marcado no gráfico da velocidade de leitura a linha correspondente à velocidade de leitura esperada para o seu ano de escolaridade, as crianças esforçam-se para alcançá-lo.

Os

Autocolantes

  correspondentes a cada texto funcionam como uma recompensa. Constituem um elemento motivador pois as crianças desejam obtê-lo para que o possam colar no texto correspondente.

Com o

Caderno de Caliortografia e Vocabulário Cacográfico,

  «apuram a letra»; a sua caligrafia passa a ser regular, uniforme e sobretudo, proporciona o entendimento do que foi escrito.

No final do caderno, o espaço destinado à correcção dos erros ortográficos

Vocabulário Cacográfico,

  permite reflectir sobre a escrita quando se decompõem as palavras em sílabas e em fonemas.

Um aspecto que quero salientar é a

importância que têm os registos

  que são realizados pois permitem visualizar facilmente os progressos na leitura ena escrita.

Obrigada Dr.ª Paula.

É para mim um exemplo de dedicação, humildade e generosidade.
Foi um marco importante na minha vida profissional pois ajudou-me a apoiar de uma forma mais correcta e com resultados evidentes as nossas crianças.

Maria do Céu Margarido

Licenciada em Psicóloga Educacional - Cédula Profissional nº 10012

Psicóloga Educacional em exercício no SPO do Agrupamento de Escolas da Vigueira

Gabinete - Largo D. Nuno Álvares Pereira nº 10 – 1.º - Beja


Professora Julieta Garcia Magalhães

- janeiro de 2015
Doutora Paula,

Bom dia,

Sou a Julieta (talvez ainda se lembre dos meus contactos- trabalho no Agrupamento de Murça, na educação especial) e gostaria de partilhar consigo o facto de os meus alunos estarem a progredir na leitura graças ao seu Método.
Estamos muito felizes por ver os progressos dos meninos que no início do ano não liam.
Interiorizaram muito bem o método e dá gosto vê-los felizes e muito mais confiantes (sem dúvida!).
Bem haja pelo seu trabalho.
Agradeço muito a atenção dispensada.
Os meus respeitosos cumprimentos.

Julieta Garcia Magalhães
Professora do Agrupamento de Escolas de Murça
Email- 15-01-2015 - autorizada a publicação




Paula Garcia - Pediatra, Directora do Departamento de Pediatria e Neurologia do Hospital SAMS.


A escola tem um papel preponderante na evolução duma criança com dislexia. No momento actual o nosso sistema de ensino apresenta ainda muitas lacunas, particularmente no que se refere ao apoio que terá de ser facilitado a estes alunos.
A Dra. Paula Teles tem desenvolvido, ao longo dos já muitos anos de experiência nesta área, um excelente trabalho com óptimos resultados. Assim o tem demonstrado com as já muitas crianças que lhe enviei.
O acompanhamento destas situações terá de ser multidisciplinar, envolvendo o pediatra, psicólogo, neuropediatra, professor e família. Por vezes coexiste também por um défice de atenção, pelo que é fundamental a boa cooperação com colegas doutras especialidades, em particular com o neuropediatra, a fim de avaliar da necessidade de medicar a criança.
A Dra. Paula Teles tem mantido sempre uma conduta exemplar, mantendo-se sempre em contacto com o pediatra e com os professores, a fim de que todos tenhamos conhecimento da situação e possamos ajudar.
Os livros que tem escrito sistematizam o método que utiliza, constituindo uma óptima base de trabalho para pais e professores.
O meu obrigado em nome das nossas crianças que tão bem têm evoluído.



Luís Borges - Neuropediatra, presidente da Sociedade Portuguesa de Neuropediatria.


A linguagem desenvolve-se espontaneamente na criança - é uma capacidade inerente ao ser humano. A leitura e a escrita têm que ser aprendidas e para o conseguir as crianças tem de ser ensinadas.
Para umas crianças esta aprendizagem processa-se sem grande esforço, para outras revela-se muito difícil, originando sentimentos de incompetência que, muitas vezes, se arrastam ao longo da vida.
Os resultados da investigação têm estabelecido uma relação entre consciência fonológica e aprendizagem da leitura e não sustentam qualquer relação de interdependência entre os processos cognitivos implicados nesta aprendizagem com a visão ou com o desenvolvimento psicomotor. As dificuldades leitoras não se curam com lentes prismáticas, com leitoris, com exercícios de psicomotricidade ou de lateralidade.
A linguagem escrita apoia-se na linguagem falada. Para ler as crianças necessitam de saber fazer as correspondências entre as letras do alfabeto e os sons da fala, saber ler conjuntamente dois ou mais fonema, saber fazer a “fusão” fonémica, saber ler sequencialmente as diversas sílabas que formam as palavras, saber a fonologia e o significado da cada palavras para, finalmente, conseguir compreender a mensagem escrita.
Paula Teles desenvolveu um método de ensino Fonomímico e Multissensorial e elaborou um conjunto de materiais que permitem abordar todas estas competências com rigor e sabedoria permitindo transformar a difícil tarefa de aprender a ler numa tarefa alegre, motivadora e fácil.
Os seus livros são materiais inéditos, rigorosos na sua concepção, brilhantes na sua apresentação e, ao mesmo tempo, simples e de fácil aplicação.
A sua utilização permite abrir novas janelas de esperança, de sucesso, a todas as crianças e jovens com, ou sem, dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita.
Por toda uma vida dedicada, com paixão, ao estudo desta perturbação, à avaliação, diagnóstico e apoio a crianças e jovens, pela sua perseverança, pelo seu enorme prazer em partilhar os seus conhecimentos, Paula Teles merece ser felicitada.


Miguel Palha - Director do Centro de Desenvolvimento Infantil – DIFERENÇAS.


A Dra. Paula Teles volta a surpreender-nos com esta nova obra.
Trata-se, sem dúvida, da mais importante e completa metodologia para a reeducação da leitura e da escrita publicada entre nós.
Para além das Perturbações Específicas da Aprendizagem, como a Dislexia, a Disortografia e a Disgrafia, finalidade primeira da obra, este método, nas suas múltiplas dimensões, poderá ser de uma grande utilidade em outras Perturbações do Desenvolvimento Infantil, como os Défices Cognitivos, as Perturbações Específicas da Linguagem ou as Perturbações do Espectro do Autismo.
Faço votos para que a Dra. Paula Teles consiga manter o ânimo, a força e a vontade para manter sempre actualizado este método, ímpar quanto ao conteúdo, e excepcional quanto à forma.



Isabel Pavão Martins -Neurologista, Professora da Faculdade de Medicina de Lisboa.


É com prazer redobrado que assisto ao lançamento de mais um livro para o ensino da leitura da autoria de Paula Teles - Abecedário e Silabário.
As dificuldades de leitura, e a dislexia em particular, são perturbações muitas vezes incompreendidas e que podem afectar a aprendizagem escolar de crianças inteligentes e motivadas. Por tudo isso, carecem de uma intervenção precoce e apropriada. Esta tem sido a missão de Paula Teles.
Baseando-se na sua larga experiência e com um profundo conhecimento deste problema, empenhou-se na elaboração de livros e cartões de treino e exercícios, desenhados de forma a estimular as aptidões subjacentes à aquisição da leitura. Além de ajudarem as crianças, estes manuais permitem ainda aos pais ensinar, acompanhar e até compreender melhor as dificuldades dos seus filhos.
É de iniciativas destas que precisamos para evitar o insucesso escolar: ajudas fundamentadas, mas de fácil acesso e adaptadas às características próprias da nossa língua.



Pedro Cabral - Neurologista pediátrico, Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.


Não tem a ver com a falta de jeito para abrir embalagens ou com o problema de escrever em espelho. Não se resolve com lentes prismáticas ou correcções de postura.
A dislexia tem a ver com a linguagem escrita alfabética, uma invenção que surgiu há quatro mil anos e que nos obriga a aprender para conseguirmos passar do grafema ao fonema. Não basta apenas ouvir, como na linguagem falada.
Essa aprendizagem é difícil para 5 a 10 por cento de nós, por motivos ainda parcialmente desconhecidos e que dão voz aos atrevimentos da ignorância.
É contra isto, contra a confusão e as ideias feitas, que Paula Teles continua, sozinha, o seu trabalho, em que procura nas imagens da nossa fala as singularidades do acesso à palavra escrita.
Dá trabalho. Em cada aluno, é preciso perceber onde a dislexia se complica pelas dificuldades cognitivas ou emocionais que minam esse aprender. E no universo pedagógico e clínico, é necessário lutar contra a inércia que o desconhecimento destas coisas traz sempre consigo.
Os seus livros são a prova desta urgência em intervir - quanto mais cedo melhor! - e da necessidade de pôr mais gente a fazê-lo. Não basta ouvir!


Rita Jonet - Psicóloga Educacional.


É estimulante constatar a permanente evolução e trabalho de pesquisa visíveis no Livro de Leitura e Caliortografia 1 - muito apelativo, rigoroso, coerente, estruturado e fundamentado.
Como psicóloga educacional, no Externato "O Nosso Jardim", sou testemunha do sucesso obtido, com o Método Fonomímico Paula Teles, na reeducação de diversos alunos.
Os especialistas nesta área reconhecem a sua eficácia na aprendizagem da leitura e escrita em crianças com, ou sem, dificuldades fonológicas, de leitura e de ortografia.
Quero agradecer à autora todo o seu empenho e determinação na erradicação da exclusão pela iliteracia.
Este método é um sinal de esperança, um facilitador da aprendizagem, tanto para os alunos como para todos os educadores que com eles trabalham.




Testemunhos pessoais





Rita Caldeira – Mãe da Leonor Dias - Novembro 2017


A minha filha teve uma evolução espetacular! Em 1 mês conseguiu ler e a sua atitude passou da total recusa da leitura para a motivação extrema ao ponto de ler o silabario no carro enquanto eu conduzo e à noite escolher livros para tentar ler e escrever num caderno as palavras que consegue ler sozinha! A sua motivação e autoestima subiram em poucos dias. Só tenho a agradecer o empenho e dedicação da Dra Paula e toda a sua equipa especialmente à Dra Patrícia e à Oriana que têm sido muito importantes neste processo.

Muito Obrigado a todas.
Rita Caldeira
(Mãe Leonor)



Tomás Matos – Mãe do Tomás Matos - Outubro 2017





Gonçalo Matos – Mãe do Gonçalo Matos - Outubro 2017


No ano de 2015, o Gonçalo frequentava o 1.º ano, e tudo corria normalmente... quando a meio do ano letivo comecei a receber recados na caderneta em relação às aprendizagens do Gonçalo.
O Gonçalo era excelente a Matemática e a Estudo do Meio, mas a Português tinha imensas dificuldades a nível da leitura e da escrita.
Depois de ser severa e castigá-lo bastantes vezes, comecei a achar que alguma coisa não estava certa. Comecei então por falar mais vezes com a professora que tal, como eu, achava que o Gonçalo não se esforçava e que era preguiçoso e infantil.
Depois dos castigos e de privá-lo de algumas coisas que gostava, acabámos por tentar tudo, verificámos se via bem, fomos à terapeuta da fala e, por fim, fomos ao otorrino (que quase obriguei a operar o Gonçalo aos ouvidos). Depois de tudo isto, e já em desespero, comecei a pesquisar na internet métodos que pudessem ajudar o Gonçalo.
Até que através de uma amiga falámos na Dra. Paula Teles.
Rapidamente viemos parar à clínica, depois de todos os testes e avaliações, chegou o resultado final: foi confirmada a Dislexia. Foi um caminho longo, pois o Gonçalo recusava-se a aceitar que tinha uma “nova amiga”, a dislexia, e a sua auto estima estava super em baixo e recusava-se a todo o tipo de tarefas que envolvessem leitura e escrita.
Neste momento o Gonçalo está com 8 anos, no 3.º ano, e todos os dia agradeço de termos vindo cá. O Método Fonomímico da Dra. Paula Teles é um sucesso. O Gonçalo tem melhorado imenso, já lê pequenos textos e, mais importante de tudo começou a gostar da escola, já não é sacrifício ir à escola, logo as coisas fluem naturalmente.
O caminho ainda é longo, mas o trabalho e esforço contínuo da Dra. Lina, escola e casa tem dado imensos frutos.
Por mim, a Dra. Paula é um anjo à face da Terra. Eternamente grata!

Vera Patrício
Mãe Gonçalo Matos



Bruno Barros - mãe da Bruno Barros – Externato da Luz - Julho 2017


A primeira vez que tive contacto com a “dislexia” foi quando fui chamada pela professora do meu filho, a meio do primeiro período, quando frequentava o 3º ano. Falou-me da troca constante de algumas letras, que a nível de leitura o Bruno estava muito atrasado, pois lia textos sílaba a sílaba.
Sinceramente achei que a professora estaria a exagerar, pois o Bruno tinha boas notas, mas de facto não gostava muito de ler…e até associei a troca das letras a essa falta de gosto pela leitura…pois ele como não lia, não conhecia tão bem as palavras.
Mesmo assim, marquei imediatamente uma consulta de pediatria do desenvolvimento e expliquei o que se passava…o Bruno fez as sessões indicadas e veio mesmo de lá com o diagnóstico de Dislexia!!! E o que era a dislexia?!!! Para mim era só a troca de letras…mas é muito mais do que isso…e comecei a entender melhor algumas das dificuldades do meu filho, não era só não gostar de ler, mas não compreendia o que lia!
Entretanto o Bruno mudou de colégio, e novo colégio não se aplicaram logo de imediato nenhumas medidas, apesar do Bruno já ter o relatório da psicóloga. Nessa fase, apenas beneficiou do apoio, e o Bruno concluiu o 3º ano, sem grandes dificuldades, a não ser as diagnosticadas, grandes dificuldades em desenvolver um texto escrito e resolver problemas matemáticos, pois tinha grande dificuldade em descodifica-los.
Em setembro, no início do 4º ano, contactei a Clínica de Dislexia da Dra. Paula Teles, e o Bruno começou a ser acompanhado semanalmente pela Dra. Vera Oliveira…e o sucesso do Bruno tem sido fenomenal de assistir!!!
A Dra. Vera, é, desde o início, extremamente trabalhadora e exigente com o Bruno, e ele corresponde muito motivado também por ela! Desde que está a trabalhar com a Dra. Vera os resultados do Bruno quer a nível da leitura, quer curriculares têm superado expectativas.
Não imagino outra psicóloga a acompanhar o meu filho, pois não vejo ninguém tão motivado e empenhado no sucesso dos “seus” meninos. Nunca assisti a Dra. Vera fazer uma pausa ou atrasar uma consulta, dá-me sempre feedback do que se passou na sessão, os pontos fracos a melhorar e elogia sempre os pontos fortes do Bruno. Sou eu quem acompanho todas as semanas o meu filho à Clínica e tenho assistido a esta evolução completamente rendida à capacidade de trabalho do Bruno e da Dra. Vera.
Um grande bem-haja a esta equipa, mas um agradecimento muito especial à Dra. Vera Oliveira, para sempre nos nossos corações.

Patrícia Ferreira
Mãe Bruno Barros





Ana André - mãe da Ana Beatriz – Colégio Guadalupe - 20-03-2016


A minha filha iniciou o seu percurso na Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles, em Março de 2013 quando estava no 2º ano do 1º Ciclo, altura em que se encontrava bastante desmotivada na escola, por não conseguir acompanhar os amigos da turma.

Foi com o estudo acompanhado da Beatriz durante o primeiro mês, que se confirmou que ela tem dislexia.

Mas com a aprendizagem adequada, através do MÉTODO FONOMÍMICO Paula Teles®, a Beatriz desde logo começou a demonstrar uma maior evolução e uma melhoria na aprendizagem, e mais importante que tudo, começou a ganhar autoconfiança.

Desde essa altura e até agora, ela continua a frequentar a Clínica, e os seus resultados têm sido surpreendentes.

Por isso tudo, os meus agradecimentos pelo grande apoio e carinho prestado à minha filha.”

Ana André - mãe da Ana Beatriz – Colégio Guadalupe



Mãe de um menino com dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita


À distância pode parecer-nos que aprendemos a ler e a escrever de uma forma natural. Na verdade, o processo não é de todo natural nem fácil.
Esta reflexão foi-me proporcionada ao acompanhar o 1º ano do meu filho na escola. Foi um ano muito difícil em que o meu filho revelou dificuldades na identificação das silabas e na sua junção.
Estas dificuldades traduziram-se em somatizações nomeadamente com dores de barriga, de cabeça, vómitos na ida para a escola e fundamentalmente numa enorme fobia da escola e uma baixa estima na escola.
A vivência desta experiência no inicio do 1º ano levou-me a pensar em mil e uma hipóteses. As pesquisas na internet levaram-nos a pensar que o nosso filho poderia ter dislexia. Os “sintomas” pareciam encaixar nas descrições da internet. Foi também na internet que encontrei a clinica de dislexia da Drª Paula Teles.
O meu filho estava de facto com algumas dificuldades na junção silábica mas ainda era muito cedo para se definir um diagnóstico de dislexia tal como me foi explicado pela Drª Paula Teles e Drª Inês Jubilot. O meu filho passou a ser acompanhado uma vez por semana pela Drª Inês apesar das múltiplas resistências em ir à “escola da Inês”, como lhe chamava. No final, acabava por trabalhar eficazmente durante uma hora nas histórias que fazem parte dos livros da Drª Paula Teles e que são especialmente estruturas em consonância com o método fonomímico. Passados 4/5 meses, depois de feitos todos os testes, o meu filho não tinha dislexia apesar das dificuldades iniciais no processo de aprender a ler.
O processo de aprendizagem, particularmente nesta fase da vida escolar, é fortemente dependente de uma componente afetiva e emotiva que são basilares na clínica da Drª Paula Teles.
Diria mesmo que o segredo do sucesso da clínica da Drª Paula Teles está na aliança do método fonomímico à afetividade e genuíno interesse pelos nossos meninos.
No final do 1º ano, o meu filho teve alta das consultas com a Drª Inês sendo uma prova de que, mesmo para meninos que não têm dislexia, o método funciona e é uma importante ajuda para ultrapassar as dificuldades iniciais inerentes às fases iniciais da aprendizagem da leitura e da escrita.
O empenho, a afetividade e o interesse da Dr.ª Inês levaram a que o meu filho, hoje no 2º ano, seja perito em fazer as divisões silábicas, brincar com as palavras e na leitura e hoje o Português é a sua disciplina preferida.
O nosso eterno muito obrigado à Dr.ª Paula Teles, e em particular à Dr.ª Inês, que acompanhou de perto o nosso filho durante a aventura do primeiro ano de escola. A “escola da Inês” ficará de certo nas nossas boas recordações.



Marisa - Novembro de 2015


A MARISA:

Da minha primeira classe até aos dias de hoje

No primeiro dia de escola eu estava muito tímida.
Quando entrei na sala, a professora apresentou-se, pediu que falássemos sobre nós e depois que fizéssemos um desenho.
Fiquei a aula toda a desenhar e a olhar em redor a ver os meus novos colegas falarem. Depois de uma semana já estava bem adaptada à escola, aos colegas e à professora que se chamava Elisabete.
A minha primeira e melhor amiga chamava-se Catarina, ela era muito simpática e divertida, era muito bonita e eu adorava o seu cabelo castanho. Tinha um grande sorriso que me encantava a alma por completo. Ela tinha uma prima na escola que se chamava Mariana, eu dava-me super mal com ela, andávamos sempre a discutir pela coisa mais insignificante.
Apesar de tudo eu não gostava da escola, não gostava, porque eu não conseguia aprender e houve uma altura que eu disse à minha mãe que não queria ir à escola, que não conseguia aprender.
Ela começou a tentar ensinar-me mas não conseguia e passado algum tempo descobri que tinha um problema.
Isso explicava tudo, o facto de eu não conseguir aprender como os outros meninos.
Só não explicava uma coisa: “O que é que eu haveria de fazer?”.
A minha mãe encontrou a Doutora Vera que me ajudava a aprender e a compreender as coisas.
Com ajuda e dedicação, consegui aprender a escrever e a ler minimamente, mas não aprendi apenas isso, aprendi que para ser feliz na vida tenho de lutar pelos meus objetivos e nunca viver presa no passado.
Passado muito tempo consegui acompanhar os meus colegas e aumentar o meu conhecimento.
Hoje já estou bem comigo mesma e não desisto de um objetivo só por ter de enfrentar um obstáculo.

Marisa


Inês - Novembro de 2015


“Olá, eu sou a Inês. Estou aqui desde o primeiro ano e agora estou no sétimo.
Gosto de andar na Clínica de Dislexia, fui melhorando as minhas aptidões quanto à leitura e à escrita.
Apesar de eu ser disléxica quando mudei de escola ninguém reparou que eu o era, apesar de sempre ter tido dificuldades a línguas.
Mas graças à Doutora Vera só tenho positivas altas.
Quando andava no 1.º ano tinha dificuldades com as letras, a ler e a escrever.
Adoro desenhar, é uma paixão para mim e quando for para a faculdade vou escolher o domínio das artes.”
Inês


Mãe do Manuel - Novembro 2015


É com todo o gosto que testemunho o excelente trabalho que a Drª Vera Oliveira, a Drª. Paula Teles e toda a equipa da Clínica, têm desenvolvido com o meu filho Manuel, de 11 anos.
Já tinha ouvido falar de dislexia mas, afinal sabia muito pouco acerca da mesma e quando o Manuel entrou para o primeiro ano estava longe dessa realidade.
Mas a mesma, teve um grande impacto na minha, nossa vida, quando descobri que o Manuel era disléxico.
O Manuel chegou ao fim do 1ºano sem saber ler. Sendo o meu segundo filho, era impossível não comparar os resultados dele com o do irmão e todo o ritmo de aprendizagem de leitura de um e de outro, e a diferença era imensa!
Mas, como “cada criança é uma criança” e “cada criança tem o seu tempo, tem o seu ritmo” e “não devemos, por isso, fazer comparações”, a professora e a Coordenadora do 1º Ciclo do colégio consideraram que o Manuel era “uma criança que precisava de mais tempo para fazer o “clic” e que devíamos aguardar.
Não muito convencida, concordei e aguardei. Mas sabia que algo se passava, o Manuel era tão perpicaz para tantas coisas, muito avançado para a idade em certas áreas... mas com a leitura e a escrita algo se passava.
No inicío do 2º Ano, depois de muita pressão, de muita “teima” com o colégio, em que algo se passava com o Manuel, não podia esperar mais. O Manuel faz a primeira avaliação interna com a psicóloga do colégio em que nos informaram, que o Manuel fazia alguma troca de letras, tinha dificuladade em memorizar as letras e sons, mas que era ligeiro e que havia muitas crianças que na fase de apreendizagem acontecia o mesmo, mas com algum trabalho extra iria urltrapassar estas dificuladades. Foi-nos apresentado uma outra psicóloga, que colabora com o colégio e que trabalha com este tipo de dificuldades e foi aconselhado o Manuel fazer duas sessões de apoio por semana para trabalhar a leitura e escrita.
Assim o Manuel começou a trabalhar duas vezes por semana com a psicóloga, mas apesar de alguma evolução no fim do 2º ano o Manuel continuava sem conseguir ler sozinho. Não podia esperar mais, estava desesperada!
Finalmente, por indicação de uma pediatra amiga, o Manuel no início do 3º ano, entrou na Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles e fez uma avaliação em que confirmou o que para mim já era uma certeza, O Manuel era disléxico.
Aqui na Clínica, finalmente encontramos todas as respostas às nossas perguntas e todos os esclarecimentos, apoio, carinho e acima de tudo aprendi como ajudar o Manuel.
Começou, então, um período de grande trabalho e muito esforço.
No início, o Manuel começou a ir 2 vezes por semana à Clinica e começou também um trabalho imenso em casa, mas que o Manuel nunca questionou a necessidade de ir à clínica.
Para o Manuel, ir trabalhar com a Dª. Vera, era igual à necessidade de ir ao colégio ou mesmo à natação. Por isso, nunca, mas nunca nos pediu para desistir e rapidamente percebeu que trabalhando muito, conseguia resultados iguais ou superiores aos dos outros meninos.
Hoje o Manuel está no 6ºano e está a conseguir um bom aproveitamento e boas notas.
Tal deve-se, em primeiro lugar, à ajuda que continua a ter da Drª Vera que o acompanha na Clínica e depois deve-se ao seu trabalho em casa que é muito significativo, muitas vezes, ao limite.
Não é fácil, é um trabalho diário, de repetição mas hoje já conseguimos contornar as dificuldades com muito menos esforço e transmito-lhe sempre que não há nada que um menino da sua idade faça, que ele não possa fazer.
Por isso, insisto que a sua vontade de fazer cada vez melhor e de agradar às pessoas de quem gosta é a melhor forma de ultrapassar as dificuldades.
Concluo como mãe que aprendi que não há "cliques mágicos”, que a dislexia não é uma moda dos países desenvolvidos. Temos de ter calma e não desesperar e
com paciência, muita paciência, trabalho, muito trabalho os resultados chegam.
Temos também de conseguir ter a capacidade de conhecer os seus estados emocionais e aprender sempre a melhor forma de conseguir ajudar em casa.
Nunca o deixo desistir.
Porque não há nada melhor do que confirmar que tudo se alcança desde que a nossa vontade seja superior ao medo de fracassar.
Com muito amor, incondicional, regras, lágrimas (minhas e dele) e muitos sorrisos, frustrações, crescimentos, e muitas vitórias chegamos lá.
Por tudo isto e por muito mais, sinto-me a rebentar de orgulho pelo meu filho e muito agradecida por ter pessoas extraordinárias ao nosso lado e apesar de saber que o caminho é longo, sei que definitivamente vai valer a pena!
Um muito obrigado à Drª. Vera, à Drª. Paula Teles e todo a equipa da Clínica, não há palavras para descrever todo o apoio e carinho e principalmente a “Paz” que nos conseguiram trazer!
Um grande beijinho



Carla Cabaça - Mãe do Lucas - Novembro 2015


O primeiro ciclo do Lucas teve um início conturbado.

As suas dificuldades foram mascaradas com um problema de saúde que o fez faltar muito no primeiro ano e que comprometeu a aprendizagem das letras.

O Lucas andou sempre a “correr atrás do comboio”. No entanto, no final do segundo ano, tornou-se muito evidente que as dificuldades se mantinham e que ele não conseguia passar para o papel o que sabia nem conseguia interpretar o que lia.

No início do terceiro ano a professora do Lucas alertou-me para algumas evidências que apontavam para a dislexia. Na noite seguinte a esta reunião fiz uma pesquisa extensa sobre o assunto e, nessa manhã, marquei uma consulta com a Dra. Paula Teles. Senti-me renascida com a nossa conversa!

A Dra. Paula Teles traçou um perfil exato do Lucas enquanto estudante, sem nunca o ter conhecido, e explicou-me como encarar esta questão.
A sua sabedoria e experiência deram-me muita confiança porque percebi exatamente com o que estava a lidar e qual o caminho a seguir.

Os testes confirmaram a dislexia avançámos para a terapia com a Dra Inês Jubilot.

Hoje, passados dois anos desde o diagnóstico, o que eu já sei sobre ter um filho com dislexia.

O Método Fonomímico da Dra. Paula Teles é, efetivamente, muito eficaz.

O Lucas foi melhorando na velocidade leitora, diminuindo os erros ortográficos.
E aprendeu a dedicar um bocadinho mais do seu tempo à leitura e à escrita.

Tornou-se um estudante diferente, mais seguro, mais tranquilo, com mais consciência das suas dificuldades e de como as ultrapassar.

Devemos esta mudança extraordinária às sessões de leitura da Dra. Inês Jubilot.
Termos conseguido a coordenação de esforços entre a Clínica e a escola que o Lucas frequenta também foi importante, porque há um reforço do trabalho desenvolvido pela Dra. Inês em ambiente escolar.

As rotinas de estudo fazem a diferença no aproveitamento. Ele tem de trabalhar sempre um bocadinho mais. Ler, escrever, corrigir erros, tudo numa base diária e em paralelo com os trabalhos de casa exige tempo, paciência e muito respeito pelo ritmo da criança.

Um trabalho milimétrico mas regular traduziu-se numa evolução consistente. Treinar a concentração por breves períodos de tempo também fez a diferença.

Brincar muito, ter muitos momentos de descontração, estimular formas alternativas de aprendizagem, tirar o foco das notas dos testes e estimular a auto superação, são algumas das atitudes que temos tido para o manter otimista e trabalhador.
O espírito positivo, o estímulo e a confiança nas suas capacidades conta tanto quanto o trabalho. Sem condescendências por ser disléxico.

O Lucas é uma criança curiosa, interessada e gosta de aprender. Tenho consciência que poderia ter perdido este gosto nos primeiros anos de escolaridade devido às dificuldades que experimentou na aprendizagem da leitura.
Criou uma insegurança muito grande que ainda hoje pesa nos momentos de maior pressão.
A rede que criámos à volta do Lucas para o ajudar nesta questão tornou-o mais confiante e mais feliz.

Por isso é importante agradecer a todas as pessoas que o têm acompanhado nesta aventura: à Dra. Paula Teles, à Dra. Inês Jubilot, à Professora do primeiro ciclo Filipa Ricardo e à Escola Internacional de Torres Vedras pelo apoio e pela amizade.

Sei que o caminho ainda é longo mas meu desejo de mãe é que a dislexia não seja a palavra que define o Lucas.
Ele é muito mais do que isto, ele pode ser tudo o que quiser!
Carla Cabaça



Verónica Santos Lima (mãe da Maria) - Santarém


Ao fim de dez anos de muita frustação e de autênticas crises de desespero, a minha filha Maria é agora a melhor aluna da turma dela!

Desde os 5 anos - altura em que começou a ler e a escrever na Escola João de Deus - a Maria carregou uma cruz muitíssimo pesada.
Mas com muito esforço e vontade de ultrapassar as suas dificuldades - principalmente na leitura - a Maria conseguiu atingir o nível de excelência na área que escolheu : Artes Visuais - (curso científico-humanistico).

Hoje a Maria sente-se competente nos estudos e está feliz !
A auto-estima dela passou de 2 a 9 (numa escala de 0 a 10) !
Ela ainda lê muito mais devagar do que os colegas de turma, mas consegue agora aceitar essa diferença bastante bem.

Preciso de salientar o seguinte: a professora de Português ajudou imenso a Maria ao longo do ano lectivo, dando-lhe reforço positivo frequentemente e tendo o cuidado de ler os enunciados antes dos testes.
Ela disse que o 18 que lhe deu a Português foi completamente merecido porque a Maria tem uma capacidade de interpretação de textos notável e sabe a Gramática na perfeição.
Ela disse também que valorizou o comportamento exemplar que a Maria tem dentro da sala de aula.

Como vê, querida Inês, a sua antiga paciente/aluna está muitíssimo bem !
Ela guarda muito boas recordações da Clínica de Dislexia porque foi consigo e com a Dra. Paula Teles que ela percebeu que podia ter esperança !

Um grande abraço meu e beijinhos da Maria

Verónica Santos Lima (mãe da Maria)



Sofia Santos - Outubro de 2015



Eu no primeiro ano não sabia ler nem escrever, foi muito complicado, mas pronto é a vida temos que a aceitar.
Eu tenho vindo a melhorar, embora tenha dificuldades eu sou muito feliz, cada vez penso mais que apesar de tudo sou uma criança feliz.
Posso não ser boa na escola mas sei que sou esperta, tenho quem me apoie sou boa na música e tenho jeito.
A Doutora Paula Teles e a Doutora Inês ajudaram-me muito na escola e a aceitar melhor isto da Dislexia.
O ano mais fácil para mim foi o 4.º ano, pois tive uma foi das poucas professoras que acreditava em mim.
Agora o que eu mais quero é dar uma estalada sem dedos aos que não acreditaram em mim.

Sofia Santos
05/10/2015



Inês - Outubro de 2015


Olá, eu sou a Inês.
Entrei para a clínica em 2012 e neste momento tenho 17 anos.
Antes de estar nesta clínica, uma pessoa dava-me apoio de dislexia numa farmácia, na zona onde moro e também me ajudava a estudar depois da explicação.
Mas no 9.º ano tirei nove negas e decidimos mudar de explicação e procurar uma clínica de dislexia que me ajudasse a melhorar os meus erros e a leitura, pois não tinha evoluído com as consultas na farmácia.
Quando entrei para a clínica não conseguia escrever uma frase sem erros e a minha leitura era muito má.
Ao longo de três anos melhorei imenso na escrita e na leitura, aprendi novas formas de estudar e de corrigir os erros, o que ajudou principalmente no 9.º ano, e passei de 9 negativas para 2 negativas.
Nesta clínica, com a Dra. Vera, não aprendi só coisas sobre dislexia, também me aconselhou muito como lidar com os meus avós e criei amizades e agradeço por tudo o que fez por mim para me ajudar.
Se calhar, se não tivesse vindo, não estaria neste momento no 12.º ano.
Inês



Petra Gouveia - setembro de 2015


Este meu testemunho é pouco para expressar a minha gratidão à Dra. Paula Teles e à Dra. Patrícia Dias pelo que fizeram e continuam a fazer à minha filha Petra.

Se não fossem elas a minha filha Petra não teria encontrado um caminho e um método eficiente e eficaz de aprendizagem.
A Petra é uma menina muito difícil e com uma personalidade muito forte e numa fase menos boa para mim foi um milagre ter encontrado a Dra. Paula Teles. Impressionante a sua maneira de ser tão atenta e preocupada às necessidades das crianças inclusive de foro clínico. Sempre em constante observação e aconselhamento para despiste de algo menos bom que possa estar a prejudicar a aprendizagem dos nossos filhos.

Todas as semanas eu era chamada à escola porque a Petra não estava atenta, não estava concentrada, e tinha dificuldades de aprendizagem e de memória. Mesmo copiando do quadro errava. A Petra não mostrava qualquer interesse em aprender, não entendia o que lhe ensinavam na sala de aula e tudo para ela parecia chinês.
Na escola uma luta e em casa idem, porque nós pais chegámos a pensar que ela estaria a gozar connosco. Apesar de lhe termos dito que a letra no papel era um “O” passado um segundo para ela era um “U”. Foram alguns meses ainda de grande ansiedade e desgaste em que a Petra era conotada de imatura cognitiva e que um dia se faria o “clic” e começaria a ler. Mas esse dia não chegava e a ansiedade e preocupação aumentavam…

Finalmente, por indicação da pediatra, a Petra entrou na Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles foi avaliada por profissionais e emitido um relatório. A Petra tinha Dislexia e com um QI acima da média. Os meses que esteve na escola de Setembro 2014 a Abril 2015 não tinha sequer aprendido todas as vogais, não sabia ler. Graças a todo o empenho e trabalho desenvolvido na Clínica, e continuado na escola, a Petra acabou o 1º ano a saber ler.
A Petra todas as semanas fazia 300 quilómetros para ir a Lisboa à Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles e iniciou a aprendizagem com o Método Fonomímico. Na escola, com supervisão da Dra. Paula, também foi implementado o método.
A Petra trabalhou muito, claro que estamos conscientes que tem que continuar a trabalhar, mas foi vencedora e temos fé, e confiança, que e em conjunto com a Dra. Paula e Dra. Patrícia e a Professora continuará a ser feliz e a vencer!

Muito Grata!
Petra Gouveia
(Mãe da Petra, também Petra!)



Inês Piçarra – Mãe da Inês, junho de 2015



Não quero deixar de registar o meu testemunho sobre o excelente trabalho que a Dra. Inês Jubilot em conjunto com os outros elementos da Clínica da Dra. Paula Teles, têm desenvolvido com a minha pequena de 7 anos, de seu nome Inês.

No início deste ano (2015) foi diagnosticado dislexia à Inês, apesar de eu ter padecido do mesmo, pouco conhecia acerca do assunto.

Tive a sorte de ir à Clínica da Dra. Paula, onde não só fui devidamente informada, como também tive a oportunidade de ter frequentado um seminário que muito me ensinou sobre a dislexia.

Depois, a partir daqui, foi todo um esforço fenomenal das psicólogas e também da minha pequena. Os materiais didáticos são de fácil entendimento e manuseamento.

Graças aos esforços combinados a Inês, que no início do ano lia o equivalente a uma menina do 1º ano escolar, agora está a ler ao ritmo de uma menina do 3º ano. Passámos agora à escrita e estou confiante que todos os obstáculos serão ultrapassados.

Aqui deixo o meu muito obrigado a todos que estão a ajudar neste processo.

Muito agradecida
Inês Piçarra



Desistir não é opção - maio 2015



"Desistir não é opção" esta frase faz parte do dia a dia de uma criança maravilhosa do qual eu tenho o privilégio de ser mãe.
O Zé Guilherme tem dislexia e tem sido orientado e acompanhado por uma pessoa extraordinária a Dra. Paula Teles.
A Dra. Paula é uma referência muito importante para o Zé, por isso gostaria de partilhar uma composição feito por ele, numa prova de português, sendo o tema "Uma pessoa especial".
De facto a Dra. Paula é uma pessoa muito especial e estou-lhe eternamente grata pelo trabalho que desenvolveu, e continua a desenvolver, com o Zé .
O Zé é muito bom aluno, gosta muito de ler e diz que ser cientista, tudo isto deve ao carinho, à dedicação e ao exemplo que a Dra. Paula transmite a estes meninos especiais.
Por isso o meu muito obrigada.
Susete vaz

Desistir não é opção


No inicio do meu processo escolar deparei-me com algumas dificuldades principalmente quando descobriram que eu tinha dislexia. Tinha dificuldade na leitura e na escrita, mas graças a uma pessoa muito especial as minhas dificuldades foram ultrapassadas.
A Doutora Paula Teles, que também é disléxica foi um exemplo, que por mais que as coisas possam ser difíceis, com esforço e dedicação podem ser ultrapassadas.
Ainda me lembro das palavras que me disse:
- Não te preocupes Zé, nós vamos conseguir.
- Eu prometo esforçar-me ao máximo para conseguir melhorar.
- Eu sei que sim, tu és um menino especial.
Com ela aprendi que desistir não é opção e que para alcançar a vitória é preciso muito trablaho, esforço, dedicação e concentração.
Senti-me uma pessoa especial pela Doutora Paula se ter cruzado no meu caminho. Ela ocupa um lugar muito especial no meu no meu coração.
José Guilherme




Pais do Zé Maria – Outubro de 2014


Já tinha ouvido falar de dislexia, até tenho um irmão disléxico e eu própria troco umas letras mas, quando o Zé Maria entrou para o primeiro ano estávamos longe dessa realidade.

Não conseguia aprender a ler, os trabalhos tornaram-se um pesadelo e na escola atribuíam à falta de maturidade e a um clique que teimava não acontecer!
Confiámos... Esperámos… mas os resultados não apareceram e o Zé cada dia estava mais desmotivado e com a auto-estima lá em baixo.
No princípio do segundo ano "teimei" que alguma coisa havia, para ele ter tanta dificuldade com as letras, já que os números não eram problema!

Depois de uma avaliação, com a qual não concordamos, foi diagnosticado, fora da escola, dislexia e um défice de concentração, foi aí que procurei a Drª Paula Teles e fui apresentada ao seu método.

O Zé Maria começou as aulas em princípios do segundo período e aos poucos tudo começou a fazer sentido! A motivação aumentou, a auto-estima melhorou bastante e temos cada vez mais, um Zé Maria animado, a descodificar as letras e já lê.

Devagarinho ainda, mas já lê! Lê tudo o que vê e o principal é que está muito mais motivado!

Temos a noção que há muito trabalho pela frente e que o terceiro ano vai ser um desafio, mas os resultados são visíveis.
Com a ajuda que ele está a ter através do método Fonomímico e com o papel imprescindível que a Drª Inês Jubilot desempenha, junto dele e também no apoio que me tem dado, acreditamos ser possível.

Aprendi que não há "cliques"!
Há que ter calma, não desesperar e confiar.
Aqui encontramos a solução, uma equipa fantástica e a ajuda fundamental, que o nosso filho estava a precisar, com urgência.

Obrigada!

Pais do Zé Maria



Dora Silva - Mãe da Beatriz Silva - Julho de 2014


A Beatriz foi uma filha muito desejada, a gravidez correu muito bem até ao dia do parto. O parto foi rápido o pior veio depois, a Beatriz que nasceu em Santa Maria tinha de ser transferida para a MAC porque esteva em perigo de vida.
Durante o trabalho de parto engoliu liquido aminiótico e fez uma pneumonia, teve de ser ventilada e durante 5 dias lutou pela sua vida, uma valente, conseguiu ultrapassar este 1.º grande obstáculo da sua curta existência.
Foi para casa com 18 dias. Foi seguida nas consultas de desenvolvimento da MAC até aos 5 anos, sendo sempre uma criança saúdavel, tinha umas otites, umas amidalites, umas viroses, enfim nada que não fizesse parte do seu crescimento.
Entrou para a pré-primária aos 5 anos até então, esteve em casa com os avós.
Frequentou o 1.º ano com 6 anos e foi uma criança que se adaptou bem com a entrada na escola.
Transitou para o 2.º ano e aí sim começaram os problemas, não queria ir à escola, tinha sempre uma queixa de manhã, ou porque doia a barriga, a cabeça, as pernas ou porque estava frio, ou tinha sono, enfim qualquer desculpa servia para não ir à escola e tirá-la de casa era um suplício, ia sempre a chorar para a escola. Apercebi-me da sua dificuldade na leitura desde cedo e tentei encontrar um explicador para me ajudar. Infelizmente só consegui que a D. Helena (a quem devo muito) ajudasse a Beatriz durante o período de férias escolares e foi num desses períodos (Natal 2012) que a D. Helena me alertou para o facto da Beatriz poder ser disléxica.
Assim que começou o 2.º periodo fui falar com a professora e falei das suspeitas da D. Helena que a professora desvalorizou e dizendo que o problema da Beatriz era mimo a mais. Passou o 3.º periodo e na altura da Páscoa a Beatriz voltou novamente à D. Helena.
Acabou o 2.º ano tendo a professora transitado a Beatriz para o 3.º ano apesar de todas as suas dificuldades. Em Setembro de 2013, antes de iniciar o ano lectivo, a Beatriz voltou novamente para a D. Helena, pelo período de 15 dias, até começo do ano lectivo, quando ao fim do dia a D. Helena falou comigo e disse que a Beatriz estava pior nesta altura que nas anteriores e tinha quase a certeza que a Beatriz era disléxica e que tinha uma aluna que também o era, tinha pedido os seus livros emprestados para ver qual a reacção da Beatriz.
Foi a D. Helena que me deu o contacto da Clínica da Dr.ª Paula Teles e nesse mesmo dia marquei consulta e iniciei este processo mesmo antes da escola começar.
Foi tudo muito rápido entre a 1.ª consulta e o 1.º diagnóstico foi uma semana. A 1.º consulta foi comigo e com o meu marido, em que pela 1.ª vez tive contacto real com esta perturbação, até então um pouco abstrata para mim, foi-nos explicado tudo pela Dr.ª Paula Teles.
A 2.ª consulta foi comigo, com a Beatriz, com a Dr.ª Paula Teles e com a Dr.ª Vera Oliveira e foi um choque. Como é possível a Beatriz que tinha transitado para o 3.º ano ler apenas 11 palavras por minuto quando as metas curriculares é de 90 palavras por minuto.
Um balde de água fria, o chão fugiu-me nesse instante! Deixamos marcados as outras sessões e marquei uma reunião no agrupamento da escola onde andava a Beatriz.
Quando a escola começou falei com a professora, que pediu desulpa, que se sentia responsável, porque eu já a tinha alertado e que ela tinha desvalorizado, mas nunca tinha tido nenhum aluno com este problemas, mas que estava disponivel para ajudar.
Começamos a intervenação na clínica da Dr.ª Paula Teles, com a ajuda da Dr.ª Vera Oliveira até aos dias de hoje e os resultados não podiam ser melhores. Ao fim de 3 meses de intervenção a Beatriz passou de 11 palavras por minuto para 40 palavras por minuto o que é muito bom e muito motivador para os pais e para os meninos.
A Beatriz era uma menina, insegura, sozinha, com uma auto-estima muito em baixo e com a ajuda da Dr.ª Vera Oliveira e do método da Dr.ª Paula Teles, hoje posso dizer que a Beatriz tem gosto pela leitura, tem mais auto-estima é mais sociavel e na escola melhorou imenso, a professora está muito satisfeita com os resultados.
Resta-me dizer que isto é um processo que requer muito trabalho dos pais (para trabalhar o método em casa), muita atenção quer a nível fisico, psicológico e financeiro, mas que vale a pena todo o esforço porque a Beatriz é uma menina feliz que ultrapassa diariamente os obstáculos deste problema e vai-se defendendo dos próximos que possam aparecer.
Já recomendei a Clínica a outras mães e estou sempre disponivel para com o meu testemunho ajudar outros meninos, e pais a pularem também os seus obstáculos.
Tenho a agradecer muito à Clínica Dr.ª Paula Teles, à Dr.ª Vera Oliveira, à D. Helena, aos meus sogros, à professora e a todos os que interagem com a Beatriz a todos o meu muito obrigada.
Julho de 2014



Professora Maria José - julho de 2014


No início do ano letivo 2013/14, o ****** ingressou no 1º ano de escolaridade no colégio, com os colegas da turma do pré-escolar.
À medida que iam sendo dados os fonemas as dificuldades do *****, tornaram-se cada vez mais evidentes.
A turma ia avançando na aquisição dos conteúdos e o *****,confundia e esquecia os fonemas trabalhados e sentia-o cada vez mais desmotivado para a aprendizagem, dizendo que não era capaz, demorando muito a realizar qualquer tarefa.
Tornou-se mais agressivo com os colegas e, segundo a mãe, por vezes recusava vir para a escola.
Transmiti a minha preocupação à mãe, que se mostrou também apreensiva com esta situação.
Decidiu então consultar a Dr.ª Paula Teles para que lhe fosse feita uma avaliação para despiste de dislexia, esta aconselhou apoio extra pelo Método Fonomímico, pois poderia ajudar nos processos linguísticos em aquisição.
Em sala de aula o aluno passou a ter trabalho diferenciado da turma, como complementaridade do trabalho feito com a terapeuta da fala usando o método Fonomímico da Drª Paula Teles.
O ***** teve sempre apoio individualizado na realização de todas as tarefas em sala de aula e reforço positivo pelos sucessos alcançados.
O aluno começou a ganhar segurança, tornou-se mais participativo e muito trabalhador, passando a realizar as tarefas mais rapidamente e com entusiasmo.
Noto que o aluno está mais feliz, gosta da escola e dá-se bem com os colegas, está mais confiante nas suas aprendizagens.
No final deste ano já identifica todas as letras sem as confundir, lê pequenos textos no entanto ainda não domina todos os casos de leitura, escreve e organiza pequenas frases.
Maria José – Vila Real



Mãe do Rodrigo - julho 2014


Quero aproveitar o fim da nossa primeira etapa para agradecer todo o apoio e atenção prestada ao Rodrigo.

Foi enriquecedor perceber que tínhamos alguém ao nosso lado que lutou para ultrapassar obstáculos e dificuldades que pensámos ser impossíveis alcançar em tão curto espaço de tempo.

Toda a amabilidade e profissionalismo demonstrado deixa-nos antecipar que tudo é possível quando temos excelentes pessoas e profissionais ao nosso lado.

Anabela, mãe do Rodrigo – 2º Ano Colégio de Alfragide



Pais do Dário - Lisboa, janeiro de 2014



O Dário foi à Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles, pela primeira vez, em Abril de 2013, tinha 8 anos e andava no 2º ano de escolaridade.

A meio do 2.º ano de escolaridade ainda não conseguia ler escrever, apresentava muitas dificuldades e cada vez mais resistência ao estudo. Como é fácil de imaginar esta resistência gerava muitos conflitos connosco - ele não consegue ou não quer?
Na escola ele percebia que não conseguia fazer o mesmo dos outros, dizia que "era diferente dos outros meninos". Da escola também não vinham grandes soluções. As explicações que ouvíamos eram: "Ele é muito imaturo, mas vai melhorar!"; "Ele qualquer dia dá um click!"; etc.

Ele estava a ser acompanhado noutro local, mas também ali nunca obtivemos respostas concretas aos problemas do Dário.

Apesar dos nossos alertas relativamente às dificuldades dele, nunca conseguimos que ninguém identificasse o problema, até que o desespero de não ver soluções nos levou até ao website da Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles. Logo aqui, identificámos algumas das dificuldades que o Dário apresentava o que nos levou a marcar uma consulta.

A primeira consulta foi com a Dra. Paula Teles, tendo o Dário começado a ser acompanhado pela Dr.ª Inês Jubilot. Foi de facto impressionante ver como, devido ao acompanhamento e ao Método Fonomímico, ele começou a ler. Em poucos meses a própria atitude do Dário alterou-se, existindo vontade de aprender e de querer ler.

A perceção da capacidade que ele também conseguia ler (como os outros meninos) foi determinante para a alteração da atitude dele perante a escola e o estudo.

Neste momento, o Dário tem vontade em ir para a escola e em participar nas atividades.
Agradecemos por isto à Dra. Paula Teles e à Dr.ª Inês Jubilot todo o esforço e dedicação.

Pais do Dário - janeiro de 2014



Isabel - Mãe do Alexandre, Olhão, 30 setembro 2013



O meu filho Alexandre foi à Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles, em novembro de 2009, tinha 9 anos e andava no 3º ano de escolaridade.

Foi feita uma avaliação cognitiva e psicoeducacional e foi feito o diagnóstico de dislexia e disortografia.

Na altura todo o processo foi muito complicado, a escola e o meio ambiente. Moro no Algarve e cá não temos qualquer apoio a este nível.

Muito me ajudou a avaliação, o relatório e os livros do Método Fonomímico.

Muito obrigada por tudo o que me deu e graças a si consegui ensinar o meu filho a ler! Muito trabalho meu e dele, muito carinho, amor e muita paciência.

Ele iniciou agora o 7º ano e tem 13 anos, tudo melhorou muito, a escola, os colegas e os amigos. Mas continua com imensa dificuldade em ler e escrever e com muita aversão a isso! É um martírio ler e escrever!

Talvez já deveria ter ido a outra consulta, para poder fazer um ponto da situação, mas estava muito preocupada com a mudança de escola, os novos colegas, tudo novo!..

Mas tudo correu bem graças ao trabalho que desenvolvemos e ao seu relatório que tem sido a minha “Bíblia” para casa e para exigir na escola os apoios de que ele necessita.

Isabel, mãe do Alexandre



Ana , Mãe da Maria Leonor - Tomar, 22 setembro 2013


Fomos pela 1ª vez com a Maria, à Clínica de Dislexia “Dra. Paula Teles” no início de dezembro, onde o desânimo e a sensação de impotência imperavam nas nossas mentes, enquanto pais de uma criança de 8 anos que revelava frustração e tristeza diariamente, relativamente ao seu trabalho escolar, nesse 1º período as notas da Maria encontravam-se nos 29%.

Continuamente existia um escudo protector (birras, rejeições) para se levantar de manhã para ir para a escola, assim como para fazer algo que se relacionasse com a escola.

A forma como a Dra. Paula nos recebeu naquele dia, fez acender uma luz, que até hoje tem ficado cada vez mais intensa, devido à sua proximidade, atenção e profissionalismo.

A Dra. Paula apresentou-nos a Dra. Lina, que faz parte da equipa da Clínica, a qual acompanhou e acompanha a nossa filha quinzenalmente, que tem sido uma guia muito especial, para a nossa filha e para nós, pais.

A Maria transitou para o 4º ano, com notas de 89%. Até mesmo o Professor, considera quase uma exceção, porque de facto, a evolução da Maria foi muito significativa.

Neste momento, o entusiasmo para ir para a escola e participar nas atividades é uma constante.

Resta-me agradecer do fundo do coração, à Dra. Paula pela criação do Método Fonomímico e à Dra. Lina, por aplicá-lo de forma tão explícita e dedicada.

Bem-hajam!

Mãe da Maria Leonor


Mãe da Carolina - Lisboa 15 de janeiro de 2013


Mãe da Carolina
Dislexia, uma palavra que apesar de não me ser desconhecida verifiquei que pouco ou nada sabia sobre a mesma e que, apesar disso, teve um grande impacto na minha vida quando descobri que não só a minha filha, como também eu, somos disléxicas.
No final do primeiro ano de escolaridade, fui chamada à escola da minha filha Carolina, então com quase 7 anos de idade. A Carolina andava, e ainda anda, num ensino bilingue (português e Inglês) e as professoras relataram que estava com muitas dificuldades em aprender a ler e a escrever em ambas as línguas, apesar de dominar a oralidade.
Na altura, nada referiram sobre dislexia, e aconselharam-me a ir a um terapeuta. De imediato, contactei uma terapeuta que me disse que, só depois de a Carolina ser avaliada por um psicólogo, poderia trabalhar com ela. Nessa altura, falou-me na possibilidade de ela ser disléxica.
Contactei uma psicóloga, não sabia na altura que existem profissionais especializados em dislexia, e cometi um grande erro. A Carolina foi avaliada cognitiva e emocionalmente pela psicóloga, que nunca me explicou que não estava a fazer testes sobre dislexia. Os resultados foram muitos bons. Cognitivamente a Carolina estava acima da média para a sua idade e emocionalmente tudo estava bem. Foi-me referido que as crianças não amadureciam todas ao mesmo tempo, que ainda faltava dar o “clique” e que o mesmo certamente aconteceria nos próximos meses. Levei os resultados à escola e fiquei muito descansada, pois a psicóloga desaconselhou inclusive que a Carolina trabalhasse com a terapeuta.
Meses mais tarde, já no segundo ano, fui de novo chamada à escola, as professoras falaram agora claramente em dislexia e aconselharam-me a Clínica da Dr.ª Paula Teles. Deram-me cópia de uma redacção feita pela Carolina para levar comigo. Na primeira consulta com a Dr.ª. Paula, ainda sem a presença e avaliação da Carolina, não existiram muitas dúvidas, a escrita revelava uma grande probabilidade de ser disléxica.
Na conversa com a Dr.ª Paula, pela primeira vez tive oportunidade de falar sobre o que era efectivamente a dislexia (muito longe da troca frequente de letras que eu pensava) e quais as suas consequências e, apesar de toda a confiança que me foi transmitida, fiquei chocada.
Chegamos à conclusão durante a nossa conversa que eu própria sou disléxica e fazendo uma retrospectiva percebi o porquê das minhas dificuldades na escola ao nível da leitura e da escrita e do porquê de ter que estudar tanto e obter resultados tão medianos, o tempo era sempre curto para mim, nunca conseguia acabar os meus testes. Porque é que as minhas orais eram sempre tão bem sucedidas, mas os exames escritos tão medianos e cheios de erros.
Ficou claro o porquê dos estratagemas utilizados para resolver os meus problemas de escrita, sempre a tentar encontrar sinónimos para palavras em que não tinha a certeza como se escreviam. Acima de tudo, ficou mais claro porque é que a minha vida profissional correu tão melhor que os resultados medianos tirados na universidade. Tantas vezes tive dúvidas sobre se teria capacidades para terminar os meus estudos e se seria bem-sucedida na profissão que vim a escolher. Mas, depois de começar a trabalhar e ter um computador como ferramenta de escrita, tudo correu bem. A Internet abriu-nos também um mundo visual e auditivo que nos permite aprender sem ser exclusivamente pela leitura, que continua obviamente a ser muito importante, mas permite-nos contrabalançar com as leituras muito cansativas (para nós disléxicos).
Inicialmente, fiquei contente por esta descoberta, tudo fazia mais sentido, as limitações que encontrei no passado eram devido à dislexia, inclusive na aprendizagem do inglês, em que tive sempre más notas (mais tarde, por necessidades profissionais, acabei por conseguir ler e escrever fluentemente o inglês, com muito estudo e ajuda do speling do computador).
Fiquei, no entanto, muito triste e angustiada pela minha filha, passei muitas noites sem dormir. Como era possível que a Carolina fosse passar pelas mesmas dificuldades? Sentir as mesmas frustrações e angústias? Ter que trabalhar tanto para conseguir resultados tão medianos que, nos dias de hoje, muito mais competitivos que na minha infância e juventude, não chegam para conseguir seguir a profissão que escolher.
Após esta primeira reação, vi que não estava sozinha (ao contrário do que aconteceu comigo), tinha ajuda profissional e que, apesar de não ser fácil, iriamos vencer esta dificuldade juntas.
Li todos os artigos que a Dr.ª Paula me disponibilizou sobre a dislexia e adicionalmente vários outros livros, para perceber qual a melhor maneira para enfrentar esta dificuldade. A Carolina foi entretanto avaliada. Deveria ler 80 palavras por minuto e apenas lia 22. A nível ortográfico estava com 90% de erros (não sabia escrever!). Começámos a trabalhar com os livros do Método Fonomímico Dr.ª Paula Teles e a ir à clínica todas as semanas. Falei com a família mais próxima e expliquei o que se estava a passar com a Carolina. Foi muito importante a conversa com o meu filho mais velho, sempre com muito boas notas na escola e sem dificuldades. As comparações ou reparos aos resultados da irmã estavam proibidos e o reforço dos seus sucessos eram muito importantes, a cooperação foi total.
Algo que aprendi, nas leituras que fiz, é que a dislexia não deve ser escondida e que a Carolina não deve ter vergonha ou sentir-se inferiorizada por isso e como tal falamos de forma aberta e normal sobre este assunto. A Carolina sabe que a dislexia não é um défice de inteligência e que é tão, ou mais, inteligente que os meninos que não têm dislexia. Ela sabe que, por agora, não consegue tirar tão bons resultados na leitura nem na escrita como a generalidade dos seus colegas, mas que é melhor nas artes, no teatro e na ginástica, tem uma memória auditiva e visual invejável, que lhe permite com relativa facilidade aprender as várias matérias com a ajuda da minha leitura. A Carolina sabe que eu própria sou disléxica e brincamos até as duas sobre esse facto, fazemos por exemplo concursos de quem é que consegue ler sem se enganar o texto dos “v’s” e dos “f’s” – um grande pesadelo para os disléxicos.
No entanto, o desconhecimento sobre a dislexia na sociedade portuguesa é muito grande. Quando se apercebem que a Carolina tem problemas de leitura, ou escrita, apresso-me a dizer que é disléxica, para não fazerem reparos que tem que estudar mais. O que me custa mais ouvir é: mas a Carolina parece tão esperta ou ninguém diria que tem um problema. É nesses momentos, e sempre que tenho oportunidade, que esclareço o melhor que sei o que é a dislexia.
A ignorância existe até ao nível escolar, muitas professoras também não sabem muito bem o que é nem como lidar com este facto (inclusive muitas vezes até as psicólogas das escolas).
Seguidamente, levei o relatório de avaliação da Carolina à Escola, falei com as professoras e acordámos nas medidas adicionais que teriam que ser adoptadas para a Carolina. O relatório detalhado feito na clínica de dislexia foi muito importante para a Carolina conseguir acompanhar e contornar as suas dificuldades na escola ( a Carolina nunca lê em primeiro lugar um texto na sala de aulas, não é penalizada pelos seus erros ortográficos, os enunciados dos testes são lidos pela professora para que a Carolina não seja prejudicada pelo tempo de leitura, etc.).
No primeiro dia de aulas da Carolina, em Setembro, perguntei se ela estava contente por voltar à escola e a Carolina respondeu-me: Estou muito contente, porque agora já explicaste às professoras que eu sou disléxica e já não vão dizer que eu estou distraída ou que não tenho estudado ou praticado a minha leitura.
No entanto, no início foi muito difícil, a Carolina queixava-se muito porque em acréscimo aos trabalhos de casa, que ela própria apelida de Tortura Para Crianças, tem que trabalhar no método e na leitura recreativa, mas é extremamente importante que esta rotina seja criada e que não seja quebrada por razão alguma. Inclusive nas férias fomos cheios de livros para ler e para trabalhar. Nos encontros semanais com a Dr.ª Lina fomos aprendendo estratégias para ultrapassar as dificuldades de leitura e de escrita que vamos trabalhando durante a semana. A paciência, mas ao mesmo tempo disciplina e ensinamentos da Dr.ª Lina, são muito importantes, a Carolina não quer falhar com os seus trabalhos nas sessões semanais e quer fazer sempre melhor para não apresentar erros. Os autocolantes que a Carolina recebe a cada semana que vai à clínica valem para ela tanto como barras de ouro. O método é muito eficaz e a evolução da Carolina salta à vista. A Carolina já começa a conseguir ler fazendo a pontuação e dando a ênfase certa às palavras. Gosta de ler os letreiros nas lojas ou na rua e começa a tentar ler as legendas da televisão, ainda que com limitado sucesso (por enquanto!).
Passados 6 meses, a Carolina já lê 74 palavras por minuto, longe das 22 palavras iniciais. Decresceu os erros ortográficos de 90% para 62% (já sabe escrever apesar de ainda dar muitos erros).
Continuamos a trabalhar arduamente para conseguir ultrapassar as dificuldades da Carolina, mas a sua autoconfiança está completamente diferente. Recebemos a avaliação da escola, as suas notas foram entre 70% e 87%, as professoras estão muito contentes com a evolução dela. Quiseram pessoalmente dizer-nos que a Carolina já consegue ler melhor que alguns meninos que não são disléxicos, que já lê sem ter qualquer problema à frente dos seus colegas (inicialmente a Carolina odiava fazer leitura na sala de aula), e que se ofereceu para ler uma notícia de Jornal aos alunos do primeiro ano porque eles ainda não sabiam ler (há 6 meses atrás seria inimaginável a Carolina oferecer-se para fazer uma leitura à frente fosse de quem fosse).
Ainda temos muito trabalho pela frente, quando a Carolina atingir um bom nível de leitura é necessário começar a trabalhar na compreensão dos textos, conto igualmente com a ajuda da Dr.ª Lina para essa tarefa uma vez que não sei ainda como fazê-lo. É ainda muito difícil para a Carolina a compreensão de muitas das leituras e recorro a muitos materiais visuais e auditivos onde a compreensão da Carolina é excelente, nesta fase é a melhor ajuda que lhe posso dar, e também a estratégia que inconscientemente usei para aprender (uma vez que na idade da Carolina não sabia que era disléxica, nem o que isso queria dizer).
A dislexia estará sempre presente na vida da Carolina, como está na minha, mas percebo hoje que poderá contornar esta dificuldade com muito menos esforço sendo acompanhada por profissionais que compreendem profundamente as suas dificuldades e como ajudá-la.
Enquanto mãe, talvez mais fácil para mim porque também sou disléxica, muita, muita paciência para perceber os seus estados de espírito e frustrações. Tentar aprender o máximo possível para podermos ajudar em casa. Não os deixarmos desistir, mesmos quando já estamos muito cansadas e sem paciência. O caminho é longo mas definitivamente vale a pena, hoje vejo com mais confiança o futuro da Carolina. Também muito importante, a Carolina estará preparada no futuro para identificar e saber contornar os obstáculos inerentes à dislexia, nunca colocando limites ou pondo em causa as suas capacidades, mas usando as ferramentas que aprendeu e o seu conhecimento da dislexia para, de forma criativa (competência habitualmente muito desenvolvida nos disléxicos), ultrapassar as barreiras que forem aparecendo e ser bem-sucedida.
Queria agradecer à Dr.ª Paula e à Dr.ª Lina toda a ajuda directa e indirecta que têm dado, tanto à Carolina como a mim própria, através das sessões semanais, do método, dos artigos publicados e colóquios onde têm dado a conhecer o que é a dislexia e evitado que muitas crianças fiquem para toda a vida limitadas na sua aprendizagem e desenvolvimento intelectual e rotuladas de pouco inteligentes!

Lisboa, 15 de janeiro de 2013



Pais da Madalena - Lisboa, 20 janeiro 2013


A dislexia não é um "casulo".

A dislexia, como qualquer outro problema que envolva um filho nosso, deverá ser encarado sem qualquer barreiras ou preconceitos. Fazer de conta que não existe…não será, decerto o correto.

Cedo pedimos ajuda à equipa da Dra. Paula Teles, que nos tem apoiado no enfoque e no processo que temos de realizar com a Madalena para que ela seja feliz no seu dia-a-dia.

O método aplicado pela equipa da Dra. Paula Teles é fácil, implica rotinas, trabalho, respeito pela criança e a colaboração de todos: família e professores.

Perceber quais são as dificuldades, em cada etapa, é a “chave” para construção dos sucessivos sucessos que irão constituir parte relevante da personalidade da Madalena.

À parte dos resultados já obtidos, só o empenho que a Madalena coloca nas suas atividades, já é, por si só, uma grande vitória, tornando a nossa "borboleta" numa verdadeira vencedora.

Gratos por todo o apoio dado pela Dra. Patrícia e pela Dra. Lina.

Patrícia e José



Pais da Madalena - dezembro de 2012


Para nós a Madalena era muito distraída …
Desde os 6 anos, no início de cada ano letivo, chorava porque não queria ir para o Colégio, dizia que “já sabia tudo”.
Tentámos perceber porquê, mas sem sucesso.
Mais tarde foi o Colégio que nos alertou para a dislexia da Madalena. Teve acompanhamento lá, com muitos progressos, mas com o início das férias grandes queríamos ajudá-la mais.
Contactámos a Clínica de Dislexia da Dra. Paula Teles por indicação da pediatra.
Só nessa altura dissemos à Madalena que era disléxica. Ficou muito contente quando soube que as suas “trocas de letras” tinham um nome e que havia mais meninos como ela.
Com o incansável apoio da Dra. Vera Oliveira, a Madalena tem conseguido superar barreiras e alcançar “sucessos”. Adaptou-se muito bem ao método fonomímico, que passou a fazer parte das nossas tarefas diárias.
Gosta de ir à “Doutora das Letras”!

Lisboa, dezembro de 2012



Avó da Carolina - Lisboa, novembro de 2012


A minha neta Carolina tem hoje 11 anos e desde os 3 que cuido da sua educação.
A Carolina frequentou um Jardim Escola, e durante a pré- primária as professoras diziam que muitas vezes estava desatenta, com a “cabeça no ar”. Chamavam-lhe a atenção e ela começou a apresentar resistência em ir à escola. Todas as manhãs era um sofrimento, com as lágrimas a cair. Não se sentia bem com nenhuma roupa nem conseguia calçar-se. Todos os sapatos lhe apertavam, mesmo que comprados no dia anterior.
Entretanto chegou o 1º. ano e o seu estado ainda piorou. Pensei que talvez fosse a adaptação à nova professora. Mas passadas semanas sem melhoras consultei um profissional peudopsiquiatra, que detectou alguns problemas a serem trabalhados na área da psicologia. Mas, além disso referiu-me que o método de ensino do Jardim Escola não era o mais apropriado para a Carolina, pelo que seria bom ela mudar de Escola.
Fiquei aflita pois aquela escola era uma referência para mim. No entanto, havia algo que não estava bem, pois não era só o não querer ir à escola.
• Manifestava desagrado e a falta de prazer durante a leitura dos livros de histórias. Não queria ler e quando o fazia inventava as palavras em vez de tentar ler sílaba a sílaba.
• Era muito impulsiva e dizia a tudo que não, muitas vezes ainda sem saber o que lhe estava a ser pedido.
• Tinha perturbações de humor, muitas vezes gritava ou chorava sem razão.
• Tinha uma fraca auto estima e, começou a desvalorizar-se e a tudo o que lhe pertencesse.
Comecei a falar diariamente com a professora para saber como tinha corrido o dia na escola. Foi numa dessas conversas que ela me referiu que a Carolina parecia apresentar indícios de Dislexia.
Através de uma amiga conheci a Clinica de Dislexia da Dra. Paula Teles e, marquei de imediato uma consulta, que se realizou no dia 04-11-2009. Logo lhe foi identificada uma forte perturbação na leitura e na escrita.
Fez os testes e, começámos a ser acompanhadas pela Dra. Vera Oliveira. Digo começámos, pois eu também recebi intervenção para aprender a trabalhar o método fonomímico. De lá até agora tenho trabalhado lado a lado com a minha neta e com a Dra. Vera.
Nos primeiros dois anos, além das consultas, trabalhavamos em casa cerca de duas horas por dia, durante 4 dias por semana:
• Começávamos com silabário;
• Efectuavamos leituras repetidas dos livros de leitura e caliortografia, com contagem de palavras;
• Fazíamos o ditado de parte do texto lido, com a correcção dos erros por divisão silábica e fonémica;
• Efectuávamos treino de fluência leitora através de leituras repetidas dos textos de língua portuguesa da escola;
• Faziamos ainda composições de vez em quando, e leitura livre todos os dias ao deitar.
No último ano, devido à carga horária escolar temos trabalhado menos tempo, mas continuamos até agora, a trabalhar em conjunto.
Tem sido um trabalho árduo, que tem implicado muita disciplina, paciência e muito carinho. Ao longo deste tempo tem havido desânimos e muito cansaço, mas valeu a pena.
A minha neta está agora no sexto ano com um rendimento escolar normal. É uma menina mais confiante e vai todos os dias alegre para a escola. Nem quero imaginar se não tivesse optado por consultar a Dra. Paula Teles.
Neste testemunho quero deixar três referências.
1. Em primeiro lugar, ao Método Fonomímico da Dra. Paula Teles. Tenho utilizado este método no trabalho com a minha neta e verifico que, de uma forma progressiva as suas dificuldades têm sido ultrapassadas. Recomendo-o vivamente a todos os educadores de crianças disléxicas.
2. Depois, um agradecimento à Dra. Paula Teles pelo desenvolvimento do seu Método e pela sua dedicação permanente à Dislexia.
3. Por último um reconhecimento imenso à Dra. Vera Oliveira a psicóloga que tem trabalhado e orientado a minha neta Carolina. Dela recebemos orientação e acompanhamento técnico e muito mais: dedicação, disponibilidade, conselhos e muita amizade.
Um muito obrigada,
Maria Beatriz Baranda



Maria Júlia, Mãe da Leonor e do Duarte - Lisboa, outubro de 2012


A Leonor (de 1999) até ao início do 1º ano do ensino básico não tinha manifestado problemas (do meu ponto de vista). No infantário todos gostavam muito dela porque era obediente, cumpridora, muito meiguinha, etc.
Quando passa para o 1º ano e começa a aprender a ler e a escrever, a miúda não conseguia “aprender” e acompanhar a turma. Para fazer os trabalhos de casa, tinha ± 5 minutos em que conseguia fazer algum dos tpcs mas depois era tudo muito difícil senão impossível de continuar os trabalhos. Como tinha, e tem, muito boa memória e quando a professora começava a ler com ela, a Leonor depois do “empurrão” inicial começava a ler (dizer) o resto do texto. Assim durante algum tempo conseguiu enganar a professora. Quando eu me queixava da dificuldade que havia com os tpcs a professora dizia que tudo estava bem na aula mas que a miúda era preguiçosa e infantil.
Após várias conversas com a professora e uma guerra contínua com os tpcs, a professora começou a prestar mais atenção à Leonor. Pouco tempo depois chegou-se à conclusão que a Leonor não tinha assimilado praticamente nada da matéria dada.
A passagem da Leonor para o 2º ano foi uma passagem administrativa, porque a miúda não sabia ler, não sabia os números até 20 e nem sequer sabia o abecedário.
O pediatra/neuro-pediatra dela encaminhou-me para a Clínica de Dislexia da Dra. Paula Teles onde foi avaliada no final do 1º período do 2º ano. O resultado da avaliação foi que a Leonor era dislexica, hiperactiva, com um grande défice de atenção mas, ao mesmo tempo, muito inteligente.
Devidamente acompanhada pela Dra. Patrícia Dias (todas as semanas) e também medicada com Ritalina, a Leonor ao fim de 3 meses já conseguia ler ao nível do início do 2º ano. Também ajudou o facto de eu ter tomado a decisão de deixar de trabalhar para dar apoio e continuidade ao trabalho realizado na clínica pela Dra. Patrícia Dias. Por conselho da Dra. Patrícia Dias inscrevi a miúda na equitação para melhorar e trabalhar a sua auto-estima. Foi uma maravilha. A Leonor vibra com aquilo que consegue fazer com os cavalos…… parece outra quando fala das suas vitórias (passagem de sela) principalmente porque sempre foi e é a mais pequenina da turma.
Até hoje a Leonor não chumbou ano nenhum, se bem que não consiga passar a Inglês, consegue nalgumas disciplinas ser aluna de 4 (Ciências da Natureza / Físico-Quimica / História / e por vezes Matemática) e 3 nas outras. Apesar de estar referenciada na escola e de estar ao abrigo do Dec. Lei nº 3 de 2008 (mais tempo para fazer testes / avaliação oral continua / mas manter o curriculum escolar sem alterações) a miúda tem um percurso escolar igual ao dos colegas com muito trabalho e mérito dela.
Ainda hoje (8º ano) a miúda, se bem que estude sozinha, faz para além do trabalho normal da escola uma série de exercícios extra do “monte” de livros que, à parte da escola, eu arranjo todos os anos para melhorar e sistematizar a matéria dada. Continua e continuará a ser acompanhada pela Dra. Patrícia Dias que está a fazer um trabalho extraordinário com ela.

Pela minha experiência acho que todos os miúdos, independentemente de apresentarem ou não problemas de aprendizagem, deviam ser avaliados. Pelo meu caso, a Leonor tem um irmão gémeo, o Duarte. Pedi à Dra. Patrícia para avaliar o miúdo (na altura com 8 anos). Foi uma surpresa. Além de também ter um alto défice de atenção (também está medicado com Ritalina) o Duarte revelou ser muitíssimo inteligente o que também requer algum acompanhamento pela Dra. Patrícia Dias. Este tipo de miúdos também têm que ser muito acompanhados em casa porque tudo é uma “seca” e a escola não é um desafio. O Duarte é um aluno de média 4 quando pelas expectativas normais deveria ser um aluno brilhante. As sessões de estudo que faço com a Leonor acabo por fazê-las também com o Duarte tentando desafia-lo com diferentes aplicações das matérias aprendidas na escola.

Concluo dizendo que para os miúdos foi uma sorte o neuro-pediatra ter conhecimento da existência da Clínica de Dislexia da Dra. Paula Teles. Creio que, se tal não tem acontecido, a Leonor provavelmente estaria a marcar passo, sabe-se lá em que ano escolar, porque sendo eu (mãe) desléxica não consegui ver o mesmo problema na Leonor. Hoje em dia revejo-me em todas as dificuldades que a miúda tem porque eu de uma maneira ou outra passei por elas, mas a Leonor com uma grande força de vontade diz que quer ir para Matemáticas e se possível continuar com a equitação. O Duarte diz que quer ir para Engenharia de Máquinas para perceber como é que as máquinas funcionam e de preferência inventar as suas. Esperemos que ambos consigam atingir as suas metas…. de momento as coisas parecem bem encaminhadas.

Maria Júlia, Mãe da Leonor e do Duarte
Lisboa, 3 de Outubro de 2012


Mãe da Daniela - Dezembro de 2011


A Daniela é uma jovem hoje com 13 anos, com Dislexia.
Posso dizer que tudo começou aos 5 anos quando surgiram as dificuldade em pronunciar algumas palavras, entre os quais os “f”. Na altura teve que ter apoio de uma Terapeuta da Fala, que ajudou a resolver a situação facilmente.
Na 1ª, 2º e 3ª anos do ensino básico começou a perceber-se as dificuldades na escrita e um grande evitamento à leitura.
No 3º ano teve apoio do professor e da psicóloga do colégio, apesar de eu, mãe da Daniela sendo psicóloga não estava nem disponível para a ajudar, nem tinha experiencia nestes casos.
No inicio do 4ª ano (Outubro de 2007) decidi consultar uma colega especializada na área, sobretudo para me apoiar e ajudar a minha filha de uma forma continuada. A Daniela tinha 8 anos e perdido o pai há pouco mais de um mês.
A situação estava a ser dramática para ambas, mas era preciso ajudar a Daniela.
A Dra. Paula Teles logo na primeira consulta em que foi apresentado o caso, referiu que as dificuldades precoces ao nível de articulação de alguns fonemas (consciência fonológica), eram um indicador significativo das dificuldades de leitura e escrita.
Após a avaliação muito rigorosa, a situação confirmou-se e eu e a Daniela temos sido apoiadas pela Dra. Inês Jubilot.
A Daniela estabeleceu facilmente uma relação de empatia com a Dra. Inês e aderiu ao método, ainda que isso implicasse um esforço acrescido.
O Silabário fez um efeito fantástico, e ritmo de leitura melhorou imenso. Claro que o apoio não se reduziu a nível educativo, mas também às necessidades de apoio em termos emocionais. Infelizmente a Daniela aprendeu cedo a confrontar-se com a adversidade, e devido ao facto de ser uma criança activa, inteligente e com facilidade no cálculo e nas actividades físicas, ajudou a manter a auto-estima e a ser activa neste processo.
Percebeu que tem de trabalhar mais do que os outros colegas e que tem de ter apoios acrescidos na escola.
No 7º ano teve um professor de Português que lhe solicitou a elaboração de uma composição todas as semanas. A Daniela tem facilidade em relacionar e a pensar no abstracto, pelo que capacidades criativas e imaginativas não lhe faltam, o que associada a uma grande sensibilidade, lhe possibilitou a elaboração de textos muito bonitos.
A escrita permitiu evidenciar estas competências, pelo que, uma tarefa que era uma “obrigação”, passou a ser reconhecida e gratificante. Hoje tem boas notas a Português, ainda que o Inglês e o Francês não lhe seja muito fácil.

Mãe da Daniela - Dezembro de 2011



Mãe da Carolina Figueiredo - Novembro de 2011


Testemunho da mãe da Carolina Figueiredo

 

A Carolina terminou o 1º ano do ensino básico com muitas dificuldades na aprendizagem tanto na leitura como na escrita, o que para a professora na altura era uma situação normal, para nós pais era uma situação diferente daquela que tínhamos acompanhado com a nossa filha mais velha.
Ao iniciar o 2º ano, mudou felizmente de professora, e em conjunto detectamos que havia algo de diferente com a Carolina, foram feitas avaliações e diagnosticada posteriormente dislexia.
Foi-nos aconselhado, pela psicóloga que lhe fez a avaliação inicial, a consultarmos a Clínica de Dislexia da Dra. Paula Teles.
Iniciou em Março de 2010, acompanhada pela Dra. Lina Rosa, aí foi-lhe dado o apoio de que a Carolina necessitava para poder ultrapassar as dificuldades com que se deparava na Língua Portuguesa.
Em poucos meses passou da nota “Não Satisfaz” para “Bom” a língua portuguesa, conseguindo mesmo alcançar um excelente em áreas específicas da disciplina.
Não só conseguiu ultrapassar as dificuldades iniciais como veio a melhorar muito a sua autoestima, acreditando que era capaz de ler correctamente, igualando-se assim aos restantes colegas da turma.
Desde o início que tem sido um trabalho incansável por parte da Dra. Lina Rosa, a quem temos muito que agradecer, tentando sempre encontrar estratagemas para que a Carolina consiga contornar as suas dificuldades.

Carla Figueiredo
7 de Novembro de 2011



Mãe da Isaura - Novembro de 2011


“Encontrei” o consultório da Dr.ª Paula Teles e eu própria fui encontrar paz.
Passei demasiado tempo até conseguir encontrar o local certo e as pessoas certas para me ajudarem com a Isaura. Mais do que ensinar a ler, escrever, etc, deram-lhe o que mais ninguém lhe havia conseguido dar até então – autoestima.
O contacto com a Dr.ª Paula e com a Dr.ª Patrícia foi também para mim um descarregar de emoções horríveis que me consumiam e me impediam de ser mãe sem ser autoritária e severa.
Uma vez que foi explicado o problema passàmos a agir de acordo com a premissas claramente explicadas e completas que me fizeram encontrar soluções simples e rápidas para o meu desespero.
Não me ocorre mais nada, a não ser agradecer (não inventaram ainda nada maior para mostrar gratidão) a maneira como fui recebida, como tratam a Isaura e o carinho que envolve todo o processo. Uma vez mais… mais do que aprender, passamos a perceber e a aprender a ensinar. Obrigada por tudo! Foram os meus (nossos) anjos da guarda!

Ana Rita Santos




Mãe da Madalena - Novembro de 2011


Até entrar para a primária, a Madalena adorava livros.” Lia” para as bonecas, levava pilhas de livros para a casa de banho e ficava lá a “ler” minutos sem fim.
Quando entrou para o 1ºano, os livros foram desaparecendo das brincadeiras e da vida da minha filha, até serem postos completamente de lado.
A Madalena chegou ao fim do 1ºano sem saber ler. Sendo a minha terceira filha era inevitável comparar os resultados dela com os obtidos pelos irmãos, e a diferença era abissal!
Mas, como “cada criança é uma criança” e “cada criança tem o seu tempo” e “não devemos, por isso, fazer comparações”, a professora considerou que a Madalena era “uma criança que precisava de mais tempo para fazer o clic” e que devíamos aguardar.
Não muito convencida, concordei e esperei. Esperei seis meses; mas, no fim do 2ºperiodo do 2º ano a Madalena continuava sem conseguir identificar sequer os ditongos orais! Não podia esperar mais!
Informei-me, então, sobre onde procurar ajuda e indicaram-me a Clínica de Dislexia da Dr.ª Paula Teles. Levei lá a Madalena, ela foi avaliada e confirmaram-me aquilo que para mim era já uma certeza – a Madalena era disléxica.
Começou, então, um período de grande trabalho e muito esforço.
Apesar de no inicio, a Madalena ir 2 vezes por semana á terapia e, depois, mais tarde, 3 vezes por semana, nunca questionou a necessidade de lá ir; para ela, era igual á necessidade que um menino que não consegue ver bem tem de usar óculos. Por isso, nunca me pediu para desistir “ daquela espécie de escola” como fez com a catequese ou com a ginástica.
Na terapia desenvolvida na Clínica tenho de salientar um factor que considero determinante para o sucesso do trabalho realizado – a constante motivação das crianças, conseguida sobretudo através de reforços positivos – elogios por cada êxito alcançado, por mais pequeno que seja; ou, pela simples colagem na folha de trabalho de um autocolante, proporcional, em tamanho e em interesse, ao resultado conseguido.
No caso da minha filha, este recurso funcionou de uma forma fantástica e, ainda hoje, a Madalena me diz “ mãe, se fizer tudo certinho posso ser eu a escolher o autocolante?”
Investi, e continuo a investir em autocolantes! Por onde passo e os vejo, compro…de cores, tamanhos e motivos diferentes – animais, flores, heróis infantis, smiles grandes e pequenos, risonhos e tristes…tudo!
Hoje a Madalena está no 5ºano e está a conseguir umas notas fantásticas.
Deve-as, em primeiro lugar, á ajuda que teve e continua a ter da Drª Inês que a acompanha na Clínica desde o inicio e que conseguiu estabelecer com a minha filha uma relação excelente, puxando por ela, motivando-a e esperando sempre mais dela.
E deve-as ao seu trabalho em casa que é gigantesco e levado, muitas vezes, ao limite; e, ainda, á sua vontade de fazer bem e melhor e de agradar às pessoas de quem gosta.
Concluo dizendo que, com paciência, MUITA PACIÊNCIA, com trabalho, MUITO TRABALHO e COM MUITO AMOR, as nossas crianças conseguem ser BRILHANTES, dando-nos, muitas vezes, lições extraordinárias de EMPENHO, PERSEVERANÇA E SENTIDO DE RESPONSABILIDADE!



Mãe e Pai da Inês - Outubro 2011


A Inês e a Dislexia

 

Todos temos expectativas em relação aos filhos. Para nós, com a a primeira filha vieram as primeiras alegrias e, cedo, as preocupações.
A Inês mostrou logo nos primeiros anos de vida inconsistências - “tão esperta para umas coisas e tão falha para outras”.
Como pais, foram anos de preocupação, não é fácil admitir perante outros que nem tudo está bem, nem os outros querem ver - “agora pôr defeito numa criança tão amorosa?!”.
Aos cinco anos surgiram dificuldades mais objectivas na sala de aula e a auto-estima da Inês caiu a pique.
Não se deseja a ninguém ouvir os filhos dizer “quando crescer não quero ser nada”, tal era o descrédito! E foi de coração partido e aflito que levamos a Inês pela primeira vez a ser avaliada.
Quando ouvi dizer “Ah! Mas a Inês parece ter quase todos os factores de risco possíveis para dislexia!”, não fiquei preocupada, mas antes aliviada.
Pensei “afinal o nosso adversário tem nome!”. No 1º ano tudo piorou e a meio do 1º período a Inês “queria morrer” para não ter de ler na sala de aula.
No Natal a Inês ainda não lia e só nomeava metade das letras do alfabeto.
Por indicação da Professora Filipa, fomos à Clínica da Dislexia, onde foi vista pela Dra. Paula Teles. O diagnóstico foi prontamente confirmado e demos início à intervenção.
Como Mãe fiz questão de ter parte activa no processo de intervenção e pude contar com a compreensão e apoio incondicional do Pai.
As batalhas, que pareciam formidáveis, foram sendo ganhas aos poucos, mas de forma sustentada.
Na Páscoa a Inês lia... Foi aprendendo a aceitar-se e a aceitar o tipo de trabalho que tinha de fazer. E voltou a sonhar.
O mais extraordinário foi ver como os benefícios da intervenção se reflectiram em todos os aspectos da vida da Inês, mesmo naqueles que aparentemente não estavam relacionados.
É “fisioterapia para o cérebro” - eu e a Inês trabalhamos todos os dias!
Agora continuamos a trabalhar juntas, a Inês, eu e a Dra. Vera, confiando que com calma e persistência tudo se consegue, mesmo o que de início parecia inultrapassável.
A Inês é uma criança maravilhosa: criativa, inteligente, trabalhadora... É o nosso orgulho!

Carla e Luís
Outubro 2011



Avó do Marcus - Outubro 2011


Testemunho
Venho, do Brasil, dar o meu testemunho e dizer da minha alegria em ver o meu neto Marcus José, de 9 anos, já sendo alfabetizado através deste Método Fonomímico excepcional, criado pela psicóloga educacional, especialista em dislexia, Dra. Paula Teles incansável e pioneira na sua batalha vitoriosa de levar o conhecimento às crianças e aos jovens que necessitam desse especial ensino e de tão extremosa atenção.
Muito grata, Dra. Paula Teles.
Receba todo o meu apreço e minha admiração.
Inocência Justo
Outubro de 2011



Vera Patrício Gouveia - Mãe de uma menina disléxica.


A minha filha Teresa chegou ao fim do 1º Ano sem conhecer as letras do Abecedário.
Foi avaliada, na Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles, tendo-lhe sido diagnosticado Dislexia. Iniciou, então, um programa de reeducação da leitura e da escrita com o MÉTODO FONOMÍMICO Paula Teles.
Através deste método, a Teresa aprendeu os nomes e os sons das letras do abecedário, aprendeu a “juntar” as letras, a ler, a escrever e, no final do 2º Ano, era uma das melhores alunas da turma.
Este êxito só foi possível graças ao profissionalismo da Dra. Paula Teles e à sua incansável determinação em ajudar as crianças com dislexia a ultrapassar as suas dificuldades, diminuindo-lhes o sofrimento e restituindo-lhes a alegria e a confiança nas suas capacidades.
Eu própria sei do que estou a falar, porque também sou disléxica, e não quis para a minha filha o mesmo sofrimento por que eu passei.



Margarida Silva Dias - Mãe do João, Vasco e Gonçalo, três meninos com dislexia.


Conheço a Dra. Paula Teles há 8 anos. O método que desenvolveu, MÉTODO FONOMÍMICO Paula Teles, tem ajudado os meus três filhos de uma forma insubstituível.
O mais velho, agora com 14 anos, não conseguia ler palavras de duas sílabas no segundo semestre do 2º ano. A aprendizagem foi longa e exigiu muito trabalho. A determinação da Dra. Paula Teles e a sua capacidade de transmitir a uma criança a necessidade e a importância do programa de reeducação foram os elementos fundamentais para o sucesso desta tarefa. Hoje o João é um excelente aluno e sobretudo não sofre quando lê. Gosta de ler!
Os meus dois filhos mais novos, também com dislexia, o Vasco e o Gonçalo, começaram a praticar o programa de leitura e escrita mais cedo do que o João, o que lhes permitiu não chegar a um grau tão profundo de dificuldade.
O MÉTODO FONOMÍMICO, além de ter bases científicas comprovadas e de ter uma estrutura rigorosa é atraente e cativante para as crianças, mesmo para as mais novas.
A Dra. Paula Teles como investigadora incansável e actualizadíssima da temática da leitura e escrita e suas perturbações, tem fornecido um avanço extraordinário no reconhecimento e estudo destas situações.



Isabel Maria Duarte - Mãe de uma menina disléxica.


Como médica sei o quanto um diagnóstico precoce e correcto associado a uma terapêutica atempada e eficaz podem fazer a diferença entre a irreversibilidade e a reabilitação completa.
Como mãe de uma rapariga disléxica, encontrei na Dra. Paula Teles e no conjunto do seu trabalho o caminho necessário a percorrer e os resultados rapidamente se fizeram sentir.
É um trabalho pioneiro, produto dum espírito incansável, de uma vontade férrea, de rigor e dedicação, que não se restringe apenas aos que têm o privilégio de por ela poderem ser orientados.
A Dra. Paula, consciente da importância da sua obra e do que ela possa significar para todos os que directa ou indirectamente lidam com a dislexia (crianças, pais, famílias, educadores...), não quis que ela ficasse estática e limitada ao seu gabinete, divulga-a e sem dúvida deixará um marco no bem servir de muitos daqueles que se expressam em português.


A Inês e a Dislexia


Todos temos expectativas em relação aos filhos. Para nós, com a a primeira filha vieram as primeiras alegrias e, cedo, as preocupações.
A Inês mostrou logo nos primeiros anos de vida inconsistências - “tão esperta para umas coisas e tão falha para outras”.
Como pais, foram anos de preocupação, não é fácil admitir perante outros que nem tudo está bem, nem os outros querem ver - “agora pôr defeito numa criança tão amorosa?!”.
Aos cinco anos surgiram dificuldades mais objectivas na sala de aula e a auto-estima da Inês caiu a pique.
Não se deseja a ninguém ouvir os filhos dizer “quando crescer não quero ser nada”, tal era o descrédito! E foi de coração partido e aflito que levamos a Inês pela primeira vez a ser avaliada.
Quando ouvi dizer “Ah! Mas a Inês parece ter quase todos os factores de risco possíveis para dislexia!”, não fiquei preocupada, mas antes aliviada.
Pensei “afinal o nosso adversário tem nome!”. No 1º ano tudo piorou e a meio do 1º período a Inês “queria morrer” para não ter de ler na sala de aula.
No Natal a Inês ainda não lia e só nomeava metade das letras do alfabeto.
Por indicação da Professora Filipa, fomos à Clínica da Dislexia, onde foi vista pela Dra. Paula Teles. O diagnóstico foi prontamente confirmado e demos início à intervenção.
Como Mãe fiz questão de ter parte activa no processo de intervenção e pude contar com a compreensão e apoio incondicional do Pai.
As batalhas, que pareciam formidáveis, foram sendo ganhas aos poucos, mas de forma sustentada.
Na Páscoa a Inês lia... Foi aprendendo a aceitar-se e a aceitar o tipo de trabalho que tinha de fazer. E voltou a sonhar.
O mais extraordinário foi ver como os benefícios da intervenção se reflectiram em todos os aspectos da vida da Inês, mesmo naqueles que aparentemente não estavam relacionados.
É “fisioterapia para o cérebro” - eu e a Inês trabalhamos todos os dias!
Agora continuamos a trabalhar juntas, a Inês, eu e a Dra. Vera, confiando que com calma e persistência tudo se consegue, mesmo o que de início parecia inultrapassável.
A Inês é uma criança maravilhosa: criativa, inteligente, trabalhadora... É o nosso orgulho!

Carla e Luís
Outubro 2011



Carolina Gomes - Aluna do 5º Ano


Olá, sou a Carolina Gomes, tenho agora 10 anos e vou-vos contar a minha história.
Iniciei o 1º ano com muita vontade de aprender a ler, mas depressa se acabou pois logo verifiquei que tinha dificuldade em juntar as letras para poder conseguir lê-las, cheguei ao ponto de nem puder ouvir falar em ler pois tinha vergonha de mostrar as minhas dificuldades em frente dos meninos da minha turma, e o ano lá foi passando sempre com muito empenho da Profª Celina e dos meus pais.
Cheguei ao final do 1º ano com muitas dificuldades na leitura e na escrita… Foi nesta altura que os meus pais procuraram a ajuda da Drª Paula Teles, ainda me recordo de lá chegar e não conseguir ler como uma menina do 1ºano, foi nessa altura que me foi diagnosticada dislexia.
Desde essa altura que tenho sido acompanhada e orientada pela Drª Paula Teles, através do Método Fonomímico, com as indicações da Drª Paula Teles e a persistência dos meus pais eu cheguei lá!!!!! Passei para o 5º ano com muito boas notas.
Este testemunho serve para vos dizer que com vontade, esforço e claro a incansavel dedicação da Dr.ª Paula Teles conseguimos ultrapassar as nossas dificuldades.
Para acabar a minha história quero dizer a todos que tive muito boas notas e que se tiveres este ou outro problema tu mesmo vais ser capaz do ultrapassar com o teu esforço !Boa Sorte!

Autora: Carolina Gomes
Data:2009-7-17



Carla Gonçalves Pereira e Ricardo Clemente - Pais do Zé Miguel


Uma história de ansiedades...
O nosso filho, Zé Miguel, demonstrou desde cedo ter problemas, recordo-me de sermos chamados para uma reunião com a educadora (sala dos meninos de 1 ano) sobre o que ela descrevia como “ele põe a sala em alvoroço”, problemas estes que foram contínuos e que nos habituámos a apelidar como “problemas de comportamento”.
Noutro Colégio, aos 5 anos a educadora aconselhou-nos a ter apoio de uma psicóloga dadas as evidencias de dificuldade de aprendizagem e comportamentos de recusa na elaboração das actividades propostas em sala.
Seguindo este conselho e por indicação da psicóloga clínica, o acompanhamento de psicologia e terapia educacional iniciou-se aos 6 anos no 1º ano.
Constatámos então que apesar do empenhamento das técnicas, do professor e do nosso, no final do 1º ano, diagnosticado com dislexia, o nosso filho não conseguia ler com a fluência esperada ao nível dos seus colegas.
Quando chegámos à Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles recomendados pelo Professor, procurávamos ansiosamente uma solução que hoje reconhecemos de enorme valor não só pedagógico mas também pessoal.
Aprendemos então que o nosso filho nunca teve problemas de comportamento, mas sim uma profunda frustração por não acompanhar as actividades e o ritmo de aprendizagem proposto na sala de aula, causando posturas comportamentais desadequadas até no seio familiar e com os outros amigos.
Teríamos muito para partilhar sobre as vantagens do método utilizado pela Dra. Paula Teles, mas no essencial importa referir a eficácia dos resultados: o nosso filho iniciou o acompanhamento em Setembro, duas vezes por semana e em quatro meses passou a saber ler, interpretar e escrever!
O método exige muito trabalho! Dos pais, avós, do professor e um grande empenho do nosso filho que nunca o recusou nem evitou porque também ele vive e acompanha os resultados.
Outras das posturas que mais apreciamos neste método de trabalho é o “tempo é ouro”, o tempo é para trabalhar, não para conversar, nem brincar, nem desperdiçar!
Consideramos que a maior vantagem do método utilizado na Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles é utilizar instrumentos de aprendizagem específicos e estruturados que podem ser trabalhados em parceria (com os professores e pais) e ser mensurável, ou seja mede-se a velocidade leitora, mede-se o tempo de calculo da tabuada, etc. como podem verificar nas grelhas de registo associadas a cada uma das actividades propostas neste livro.
Mede-se assim, a evolução dos resultados alcançados, visualizando-se o grau de progressão em função dos níveis esperados, o que cria auto-estima e enorme motivação de melhoria diária no nosso filho, cujo resultado sendo expresso pelo professor “é sempre o primeiro a oferecer-se para ir ao quadro!”
Não temos palavras para agradecer os sucessos familiares que festejamos na base de um dos valores que partilhamos: com trabalho, persistência e empenho tudo se consegue!


Maria João Pires - Mãe da Madalena


Quando começou o tratamento em Março de 2006 a Madalena não conseguia ler praticamente nada, e tinha muita dificuldade em escrever.
À medida que o tempo foi passando ela foi evoluindo de uma forma fantástica de tal maneira que actualmente não se nota diferença em relação aos colegas.
Há várias coisas que eu admiro na Madalena. Eu também sou disléxica e, ao contrário de mim, a Madalena não tem complexos nenhuns, não tem problemas em escrever, nem em ler.
Eu tinha vergonha ela não, lê como se fosse a Rosinha Lobato Faria e escreve como se fosse Luís de Camões e eu tenho um imenso orgulho que ela seja assim.
A Madalena lê várias vezes histórias ao irmão António e quando está a brincar ela por varias vezes vai escrevendo.
Ela até já me vai corrigindo os erros, por falar em erros já chega, este depoimento já deve ter alguns, tenho o meu corrector para inglês e dá muito trabalho a mudar.



Etelvina Gonçalves -


Não sou médica, não sou professora, não sou mãe de um(a) menino(a) com necessidades especiais de aprendizagem, não tenho formação específica na área das Ciências da Educação, sou apenas uma voluntária que se disponibilizou para apoiar um menino com algumas dificuldades de aprendizagem.
Pensava eu que as dificuldades de aprendizagem eram consequência da preguiça, mas não.
Quando dei por mim estava a preparar materiais de estudo para um menino com Dislexia e Síndroma de Asperger. Já tinha ouvido falar destes “palavrões” mas nunca me tinha debruçado sobre eles.
Por ser uma optimista e teimosa e, porque a minha formação é na área dos recursos humanos e na formação de adultos, sou da opinião que o ensino se deve basear nos métodos activos demonstrativos.
Neste caso específico a empatia com o “meu” menino foi a base da nossa relação de professora/aluno e com o decorrer do tempo criámos uma grande amizade.
Aprendi muito com a Dr.ª Paula Teles sobre como nos devemos comportar e sobre os materiais e métodos (que devem ser rotina) de apoio a crianças com este tipo de perturbação. Mas, também aprendi que o bom ambiente familiar e a estabilidade emocional da criança facilitam, sem dúvida, a disponibilidade desta para aprender, para estar 1h30 (pelo menos três vezes por semana) a fazer uma coisa que não percebem porque é que tem que ser feita. As regras devem ser claras, objectivas e combinadas com a criança. As rotinas são importantíssimas e se forem alteradas têm que ser negociadas e aceites.
Tudo isto para dizer que adoro e tenho aprendido muito com os métodos de ensino da Dr.ª Paula Teles pois considero-os activos/demonstrativos e facilitadores da aprendizagem.
São pessoas como a Dr.ª Paula Teles que marcam e desenvolvem, através do gosto pelo seu trabalho e dedicação, a nossa sociedade. Obrigada por todo o tempo que me disponibilizou e por tudo o que tenho aprendido, sem qualquer esforço.



Maria João Duarte - Mãe da Carolina


Venho por este meio deixar aqui o meu testemunho como mãe de uma criança de 7 anos a quem foi diagnosticado dislexia.
A Carolina acabou o 1º ano com muitas dificuldades na leitura e na escrita. Ao mudar de Professora, no 2º ano, esta estava mais atenta ao desenvolvimento da Carolina e ao reunir comigo pediu para ela ser avaliada por uma psicóloga indicando-me os contactos da Dra. Paula Teles.
A Carolina começou a ser seguida, no fim de Janeiro, pela Dra. Vera Oliveira e tem vindo sempre a melhorar desde aí. Já consegue ler, faz as provas sem ajuda da professora e as notas tem vindo a subir, conseguindo tirar um "Bom" a Língua Portuguesa nesta ultima prova.
Não tem nenhum plano diferente de aprendizagem na escola, está perfeitamente integrada com os colegas e consegue acompanhar o grupo.
Tenho que louvar o trabalho da Dra. Vera, de quem a Carolina gosta muito e por quem nutre um carinho especial.
E não posso esquecer também de louvar o trabalho excelente da professora Leonor Dias.
Agradeço a todas do fundo do meu coração o trabalho realizado com a minha filha.
Um beijinho muito grande



Maria do Céu Nascimento - Mãe da Carolina


Aos seis anos, idade em que entrou para o 1º ano, comecei a sentir que a Carolina tinha dificuldades em ler sílabas, apesar de até conhecer alguns dos grafemas dados. Trabalhava com ela duas horas por dia. No entanto entendi que algo se passava.
Falei com a sua professora que me dizia para ter calma que ainda não tinha surgido o tão conhecido “clic”. Falei com a terapeuta da Fala e respondeu-me o mesmo. “Vamos dar tempo ao tempo”.
Sendo professora do 1º ciclo, tendo casos de dislexia, discalculia, disortografia e disgrafia nos meus alunos, sabia que havia qualquer coisa que impedia a Carolina de aprender com a facilidade que eu esperava, pois ela sempre foi uma menina bastante responsável e interessada pela escola.
Comecei a estar em desespero. Ingressou numa turma de 2º ano e aqui resolvi procurar a ajuda da Dr.ª Paula Teles, pois era para a sua Clínica que enviava os meus alunos com dificuldades na aprendizagem da leitura e da escrita.
Foi confirmada a Dislexia e o Défice de Atenção.
Foi um longo caminho o percorrido. Por vezes desanimava, pois apesar da evolução positiva às vezes parecia haver períodos de pouca evolução.
No 2º Ano ficou retida, a meu pedido.
Hoje está a frequentar o 3º Ano de escolaridade e, apesar de ainda trocar alguns grafemas na leitura e escrita, acompanha perfeitamente a turma.
Aumentou a sua auto - estima, o gosto pela escola e por estar com outras crianças.
Tenho noção que ainda há um grande caminho a percorrer mas valeu a pena...
Por tudo isto não tenho palavras para agradecer a todos os que tornaram isto possível, a Dr.ª Paula Teles, a Dr.ª Patrícia e à professora de Ensino Especial da Escola, Dr.ª Helena Almeida.


Maria Mateus - Mãe do Afonso


“...Agora a alegria, o brilho e os amigos voltaram, a vontade de ir à escola e estar na escola também... O Afonso não gostava de ler, queria que os outros o fizessem por ele, dizia não entender a história ou a pergunta se fosse ele a ler... Quando saía para consultas ou outros locais, que tivesse de esperar pela sua vez, levava jogos. Agora, já leva livros para ler e quando começa a ler um livro fica entusiasmado e quer saber o fim. Lê mais rápido, correctamente, não salta palavras nem linhas e lê o que está no livro. Dá menos erros, na escola termina as tarefas propostas pela professora. Já quase não existe “guerra” para fazer os T.P.C.. A professora do Afonso diz que até a mãe tem um brilho no olhar. Obrigada a todos os que ajudam crianças e pais a terem brilho no olhar.”
Maria Mateus


Fátima Pinto - Professora do Afonso


“...Começou uma nova fase na vida do Afonso e da família: apareceu a confiança, cresceu a auto-estima, surgiu um brilho especial nos olhos e tudo se reflectiu na sua vida escolar.
Hoje, já sou “a amiga”, o Afonso consegue terminar todas as tarefas nos prazos estabelecidos e com sucesso, revela mais empenho, tem maior poder de concentração, desenvolveu o seu espírito crítico, aceita e cumpre as regras pré-estabelecidas e é bem aceite pelo grupo turma.
O Afonso está irreconhecível!”


Ana Andrez - Mãe da Ana Catarina


“Muitos parabéns por todo o trabalho desenvolvido e pela ajuda que tem dado, quer às crianças disléxicas, quer aos pais e professores deste país.
Ajudar a perceber este défice, insistir num trabalho árduo, mas que será gratificante, quando as dificuldades de aprendizagem vão sendo ultrapassadas, é algo que aprendi com a sua experiência e conhecimento.
Sou a mãe da Ana Catarina que é acompanhada desde o 2º ano pela Dra. Paula. O trabalho desenvolvido ao longo destes anos foi árduo, mas muito compensador. A Catarina tem agora 11 anos, está no 6º ano, é uma menina alegre, extrovertida, confiante e uma excelente aluna, muito diferente da menina tímida e envergonhada de há alguns anos atrás.
Antes de iniciar o 5º ano, consultámos a Dra. Paula, que nos deu algumas dicas de “como” estudar e organizar o trabalho diário.
E, no final do ano, a recompensa chegou e, de tal forma nos deixou felizes, que muito gostaríamos de a partilhar consigo: a Catarina irá receber o prémio de Excelência, no Colégio onde estuda, prémio atribuído a alguns alunos, que se distinguiram ao longo do ano, pelos bons resultados obtidos e pelo esforço demonstrado.
Creio que são estes relatos que a recompensam por tantos anos dedicados a este tema e que a incentivam a continuar e a acreditar. ”

Ana Andrez



Anabela Correia - Mãe de uma “princesa” com Dislexia


A Clínica de Dislexia da Dra. Paula Teles, abre a porta fechada ao mundo da criança com dificuldades de aprendizagem e ajuda a desmistificar familiares, amigos e professores, de que se tratam de crianças IGUAIZINHAS às outras, só é necessário serem correctamente ensinadas e estimuladas.
Sou mãe de uma “princesa” com Dislexia, que tinha um enorme medo dos livros, mas que finalmente hoje venceu essa etapa, a tal “porta fechada” abriu-se, para deixar entrar o conhecimento de que afinal os livros são nossos amigos.


Noca e Ricardo - Pais do João Maria


Chegou Setembro!
As aulas vão começar.
O João Maria vai para o 2.º ano, mas não sabe ler.

Depois das revisões de início de ano, a professora do João Maria e a Psicóloga do colégio, tiveram connosco uma reunião.
O João Maria apresentava muitas dificuldades a nível da leitura e da escrita, características de dislexia.
No mesmo dia falámos com a Dra. Paula Teles, no sentido do João fazer uma avaliação.
Confirmou-se a dislexia, o João precisava de ser “acompanhado”, e assim começaram as nossas “visitas” regulares à clínica de Dislexia (1 vez por semana).
Ao princípio não foi fácil.
O João Maria não queria ir, era uma guerra.
Teve que “muito pedagogicamente ser comprado”.
Um dia eram cromos, outro pastilhas, o que fosse para se portar bem e trabalhar “direitinho” com a Dra. Patrícia.
Aos poucos foi melhorando.
O João Maria começou a conseguir ler cada vez mais palavras e então percebeu que tinha sido preciosa a ajuda da Dra. Patrícia.
Deixou de ser preciso “comprá-lo”. Começou a ir às consultas com prazer e foi tipo “bola de neve”. Quanto mais trabalhava com a Dra. Patrícia mais capaz era; quanto mais capaz era mais queria trabalhar. Houve dias que esperámos por ele, depois da hora, porque estava a correr tão bem que não deram pelo passar do tempo...
O João Maria chegou ao fim do ano lectivo a ser capaz de ler e escrever, com o nível médio de uma criança do 2.º ano.
Pessoalmente o João Maria sente-se mais confiante e seguro. Mesmo a nível de comportamento está “mais crescido”.
Ainda há muito para trabalho a fazer, mas achamos que estamos no melhor caminho.
Parabéns João Maria pelo esforço e persistência que revelaste ao longo do ano lectivo. Valeu a pena.
Obrigado Dra. Patrícia pelo empenho e carinho que dedicou ao João Maria (e sabemos que vai continuar a dedicar).
Obrigado Dra. Paula Teles pela sua clínica.


Lúcia Maria Fernandez Felizardo - Mãe do Ricardo


O meu filho Ricardo tem 14 anos, começou a falar tarde, aos dois anos de idade ainda não se percebia o que ele dizia.
No primeiro ciclo não aprendeu a ler no primeiro ano. No segundo ano, continuava a ter uma linguagem “abebezada”, a ler com muitas dificuldades, a trocar as letras quando escrevia. O seu vocabulário era pobre e exprimia-se com dificuldade.
A professora do primeiro ciclo dizia, que era muito difícil mantê-lo atento, distraia-se com tudo, o seu pensamento estava sempre num outro local, não, na sala de aula. Era completamente desorganizado nos trabalhos escolares sobretudo em tudo o que envolvia a escrita, demonstrava falta de memória e coordenação na realização de múltiplas tarefas sequenciais.
Procurei todo o apoio de que ouvia falar, o Ricardo passou pelo Centro Psicológico e Terapêutico da Dislexia..., usou óculos com lentes prismáticas, um plano inclinado ler e corrigir a sua postura, um apoio para os pés para elevar os joelhos, um colchão “especial” para dormir etc. Gastei “horrores” de dinheiro e resultados, poucos.
A médica de família aconselhou-me a ir com o Ricardo a uma consulta de neurologia comportamental ao Hospital Dona Estefânia, lá foi-lhe diagnosticado, défice de atenção e começou a tomar Ritalina, surgiram os primeiros resultados, os professores ainda hoje notam a diferença quando o Ricardo se esquece de tomar o medicamento.
Por razões profissionais, trabalho no meio livreiro, conheci a Drª Paula Teles. Foi através dela e do seu trabalho, que o Ricardo tomou consciência, de que apesar das suas dificuldades, ele podia ter bons resultados. O seu sucesso estava nas suas próprias mãos, só tinha de trabalhar mais, do que trabalham os seus colegas que não têm este tipo de dificuldades, de forma mais sistemática e com metodologias específicas. O Ricardo teve de reeducar todo o seu comportamento durante e após as aulas, adoptar uma nova metodologia e horários de estudo, colocar a leitura acima dos jogos de computador e treinar a velocidade de leitura.
O Ricardo está actualmente no 8º ano, continua a prosseguir a sua vida escolar com o apoio e dedicação da Drª Paula Teles. Com a minha persistência e acompanhamento, a trabalhar diariamente, para vencer as suas dificuldades escolares.


Ana Sousa – Mãe do Ruben


Quando o meu filho entrou para a escola começaram os problemas dele e os nossos. Não gostava de fazer os trabalhos de casa e nunca estava atento ao que os professores diziam.
Fui chamada à escola várias vezes e um dia a professora do Ensino Especial disse-me que lhe parecia que o Ruben tinha Dislexia e aconselhou-me a ir ao Centro de Dislexia para fazer uma avaliação.
O Ruben terminou a avaliação e comprovou-se que tinha Dislexia. Fiquei apavorada, pois nunca tinha ouvido falar neste assunto.
O meu filho começou a ir ao Centro de Dislexia todas as semanas. Depois disseram-me que precisava de ir ao médico oftalmologista e pôr lentes prismáticas, depois a uma consulta de postura onde me mandaram comprar palmilhas, apoio de pés, dois leitoris, sapatos especiais, um colchão para dormir direito e um exame à cabeça todos os anos.
Fiz tudo o que me mandaram...Andei assim durante 4 anos sem ver resultados.
Até que a professora de apoio da escola me falou da Clínica de Dislexia Dra. Paula, pois conhecia o trabalho que lá se fazia.
Hoje estou feliz porque a Dra. Paula e a Dra. Inês me disseram que não era preciso nada daquilo. Estou contente porque o Ruben em pouco tempo tem atingido os resultados esperados.
Por isso dou os meus parabéns à excelente equipa da Dra. Paula pelos resultados excelentes.
O meu muito obrigada!


Margarida Augusto - Mãe da Clara e do Nuno


Sou mãe de duas crianças com dislexia, ambas diagnosticadas aos 7 anos,

Clara – 13 anos, Nuno – 8 anos.

Com a maravilhosa ajuda e acompanhamento dados pela clínica, tenho hoje em casa duas crianças felizes e com Bom Aproveitamento Escolar!

Tanto a Clara como o Nuno tiveram uma evolução espantosa na leitura e escrita logo nos primeiros meses

E a partir daí foi sempre a somar vitórias.

E que bem que sabe… receber as avaliações em casa!

Muito obrigada pela sua dedicação ao tema da Dislexia.









Célia Delgado - Mãe do David Delgado


Há dois anos conheci a Dra. Paula Teles numa consulta de dislexia que me foi recomendada, tendo em conta o bom conhecimento na área da dislexia.
O meu filho David andava no 3º Ano mas estava ao nível do 1º ano, porque tinha muitas dificuldades, não conseguia ler e escrevia pessimamente, sofria muito, não conseguia chegar ao nível dos outros colegas mesmo com muito esforço e acabava por desistir, pois não era capaz.
Agora, passado este tempo, o David já lê bem e já dá poucos erros, não tem comparação possível. Tudo isto, graças ao Método Fonomímico da Dra. Paula Teles que, com bases de leitura e escrita atraentes para as crianças, com exercícios rigorosos leva as crianças a trabalhar com interesse de chegar mais longe e trabalhar ainda mais. Um método novo mas muito proveitoso.
A Dra. Paula Teles, como boa investigadora, boa profissional e interessada está sempre com temas novos nas leituras, escritas e a tentar transmitir elementos novos para as necessidades das crianças e ao mesmo tempo reeducar com elementos para o sucesso das tarefas, para que esse esforço seja recompensado.
O meu muito obrigado por este trabalho que tem sido desenvolvido, em equipa, com o David. Sem ele não seria possível estar ao nível que está e ter conseguido sucesso.
Muito obrigado. Caminheis na estrada certa.




Paula Gomes – Mãe do Bernardo


O Bernardo começou a ter dificuldades notórias na leitura e na escrita antes de terminar o 1º ano.
Fui aconselhada pela Professora Teresa Narciso para que o meu filho fosse avaliado pela psicóloga do Colégio, a Dra. Ana Paula Belo, posteriormente recomendaram-me para que fosse a uma consulta na clínica da Dra. Paula Teles.
Teve a 1ª consulta em Junho de 2007 onde lhe foi diagnosticado dislexia e défice de atenção.
Desde então tem sido acompanhado pela Dra. Vera Oliveira e, à medida que o tempo tem passado, o Bernardo tem evoluído de uma forma fantástica e sempre a melhorar.
Além do excelente trabalho, apoio e dedicação da Dra. Vera através do Método Fonomímico, os progressos têm sido mais evidentes com um acompanhamento diário entre nós, pais e o nosso filho.
Agradeço à professora Teresa Narciso, à Dra. Paula Teles e à Dra. Vera Oliveira o empenho, dedicação e profissionalismo.





















O meu filho Alexandre foi à Clínica de Dislexia Dra. Paula Teles, em novembro de 2009, tinha 9 anos e andava no 3º ano de escolaridade.

Foi feita uma avaliação cognitiva e psicoeducacional e foi feito o diagnóstico de dislexia e disortografia.

Na altura todo o processo foi muito complicado, a escola e o meio ambiente. Moro no Algarve e cá não temos qualquer apoio a este nível.

Muito me ajudou a avaliação, o relatório e os livros do Método Fonomímico.

Muito obrigada por tudo o que me deu e graças a si consegui ensinar o meu filho a ler! Muito trabalho meu e dele, muito carinho, amor e muita paciência.

Ele iniciou agora o 7º ano e tem 13 anos, tudo melhorou muito, a escola, os colegas e os amigos. Mas continua com imensa dificuldade em ler e escrever e com muita aversão a isso! É um martírio ler e escrever!

Talvez já deveria ter ido a outra consulta, para poder fazer um ponto da situação, mas estava muito preocupada com a mudança de escola, os novos colegas, tudo novo!..

Mas tudo correu bem graças ao trabalho que desenvolvemos e ao seu relatório que tem sido a minha “Bíblia” para casa e para exigir na escola os apoios de que ele necessita.

Isabel, mãe do Alexandre











Professora Julieta Garcia Magalhães

- 15-01-2015
Doutora Paula,

Bom dia,

Sou a Julieta (talvez ainda se lembre dos meus contactos- trabalho no Agrupamento de Murça, na educação especial) e gostaria de partilhar consigo o facto de os meus alunos estarem a progredir na leitura graças ao seu Método.
Estamos muito felizes por ver os progressos dos meninos que no início do ano não liam.
Interiorizaram muito bem o método e dá gosto vê-los felizes e muito mais confiantes (sem dúvida!).
Bem haja pelo seu trabalho.
Agradeço muito a atenção dispensada.
Os meus respeitosos cumprimentos.

Julieta Garcia Magalhães
Professora do Agrupamento de Escolas de Murça
Email- 15-01-2015 - autorizada a publicação













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