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Onde encontrar os materiais do Metódo Fonomímico



EDITORA DISTEMA
A partir de dia 1 de Março de 2014 estaremos em:
Rua Cidade de Rabat 54A
Tel: 21 714 70 49/50
Fax: 21 714 70 51
email: distema@netcabo.pt


Nas lojas da FNAC





PARQUE DOS FONEMAS - Iniciação à Leitura e Escrita


Parque Dos Fonemas

 
É um livro de iniciação à leitura e escrita, que desenvolve as competências fonológicas, que ensina explicitamente as relações entre os fonemas da linguagem oral e as letras do alfabeto e a operação de fusão fonémica.
Utiliza uma metodologia multissensorial - a aprendizagem é feita utilizando simultaneamente as diversas vias de acesso ao cérebro: auditiva, visual, cinestésica/motora e táctil - que motiva as crianças e incentiva as crianças para esta aprendizagem.
Foi elaborado com base nos resultados da investigação científica e no estudo e experiência profissional da autora, professora e psicóloga educacional.
As letras vogais são apresentadas por cinco amigos alegres, curiosos e brincalhões que foram visitar o “Parque dos Fonemas” a Inês, o Ulisses, a Olga, a Aida e o Egas e que descobriram que os seus nomes começavam com os mesmos sons dos nomes de alguns animais Iguana, Urso, Orca e Égua.
As letras consoantes são apresentadas por animais. Cada Animal-Fonema está associado ao som da letra inicial, ao grafema correspondente, a uma História-Cantilena e a um gesto.
Através destas personagens as crianças iniciam a aprendizagem da leitura e da escrita realizando actividades lúdicas, atractivas e divertidas: observam as imagens de cada “Animal-Fonema”, ouvem e cantam as suas “Histórias-Cantilenas” e mimam os respectivos gestos. Descobrem com prazer e entusiasmo a relação entre os sons da linguagem oral e as letras do alfabeto e, de degrau em degrau, vão progredindo nas competências da leitura e da escrita.

Prefácio

 

Maria João Freitas

 
Professora Associada da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Investigadora do Centro de Linguística da Universidade de Lisboa

A experiência linguística da criança nos seus primeiros anos de vida restringe-se ao uso quase exclusivo de enunciados orais. É através destes que interage com os membros da comunidade em que se insere e vai adquirindo gradualmente as propriedades da(s) língua(s) dessa comunidade. O seu desenvolvimento linguístico encontra-se, assim, preferencialmente associado a este modo de utilização da língua. Em sociedades que não desenvolveram sistemas de escrita, esta é a única modalidade de uso da língua; na maior parte das sociedades contemporâneas, porém, a integração da criança na sua comunidade passa pela aprendizagem de um outro modo de construção de enunciados: a escrita.

O uso da oralidade implica a consolidação de uma mestria que passa pela aquisição de aspectos fonéticos, fonológicos, morfológicos, sintácticos, lexicais, semânticos e pragmáticos. A edificação desta mestria prolonga-se pelos três ciclos do Ensino Básico. Se é verdade que todos ou a maior parte dos aspectos fonológicos da língua estão adquiridos à entrada na escola, os professores não devem esquecer que vários aspectos morfológicos, sintácticos e semânticos estão ainda em aquisição ao longo do 1º Ciclo. Paralelamente, a expansão do capital lexical da criança é feita a uma velocidade acelerada nos três primeiros ciclos do Ensino Básico, o mesmo sucedendo com a estruturação textual e discursiva dos enunciados construídos pela criança. Assim, cabe à escola estimular o desenvolvimento linguístico da criança. Como refere Paula Teles na sua introdução a este volume, o desenvolvimento das competências linguísticas é crucial para o sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita.

Paralelamente a um desenvolvimento linguístico adequado, e como Paula Teles refere na mesma introdução, a consciência linguística (fonológica, morfológica, lexical, sintáctica, textual e discursiva) é fundamental para o sucesso na leitura e na escrita. Mais especificamente, a estimulação da consciência fonológica (de palavra, silábica, intrassilábica e segmental ) é um dos veículos facilitadores da aprendizagem do registo dos sons através do sistema alfabético. Trabalhar a consciência fonológica implica identificar e manipular unidades do oral, antes de chegar à sua representação na escrita. Partir do som da fala (informação presente no sistema da criança) para chegar ao grafema (informação nova) faz sentido porque a criança chega à escola com um património linguístico oral vasto, para aprender a representar esse património ortograficamente. Nesta publicação de Paula Teles, identifica-se esta preocupação e esta direccionalidade, muitas vezes ausente dos percursos de ensino do alfabeto.

Aprender a ler e a escrever numa sociedade que use um sistema de registo alfabético implica, como referi, saber representar cada som da fala na escrita. Por outras palavras, apropriar-se do princípio alfabético significa entender que um dos quatro sons da palavra [p] [a] [t] [u], que a criança conhece e produz desde muito cedo, correspondem a quatro grafemas na escrita: [p] [a] [t] [u]. Se as correspondências [p] e [t] não são problemáticas (cada uma destas consoantes não pode ser representada de outro modo na escrita), já [a] e [u] podem causar dificuldades. No último caso, o [u] pode ser representado por "o" mas também por "u", como na palavra [tu]. Por outro lado, o grafema >a< pode representar a vogal [a] mas também a vogal [a], como acontece na última vogal de [páta] >pata<.

Acresce que muitas crianças, à entrada na escola, ainda não têm desenvolvida a sua consciência segmental ou fonémica (ainda não dividem a palavra "gato" nos quatro segmentos [g] [a] [t] [u] mas nas duas sílabas [ga] [tu]), o que lhes dificulta a compreensão do princípio alfabético. No ensino pré-escolar e nos primeiros anos do 1º Ciclo, é crucial desenvolver actividades sobre os formatos fónicos das palavras, das sílabas e dos sons da fala, no sentido de promover a consciência fonológica das crianças e facilitar, assim, o processo de aprendizagem da leitura e da escrita. Várias das actividades propostas por Paula Teles neste volume servem este propósito, pelo que constituem uma instrumento valioso para o trabalho de Pais, Educadores e Professores neste domínio.

Aprender a ler e a escrever constitui uma nova etapa no percurso infantil e permite à criança a diversificação de contextos no uso da sua língua. Usar o código escrito é sentido pela criança como um acesso directo à vida dos adultos ou dos familiares mais velhos, crianças ou jovens, que funcionam como referência para a criança. Trata-se, assim, de uma conquista no percurso da sua integração na comunidade. No entanto, nem todas as crianças percorrem este caminho com a mesma destreza. Paula Teles desenvolveu o seu Método Fonomímico com o objectivo de ajudar estas crianças. Mas esta publicação não se dirige especificamente a crianças com dislexia: dirige-se a um público mais vasto e constitui um instrumento de prevenção do insucesso na leitura e na escrita. Actuar a montante e cada vez mais cedo, como Paula Teles defende, deve ser o lema, para que a entrada na sociedade e no mundo tão desejado dos ‘crescidos’ seja menos penosa e, a curto prazo, muito gratificante.

Quais os seus objectivos?

 

O Parque dos Fonemas é um livro que ensina a sério… brincando…
Foi elaborado na sequência e em complementaridade com os Cartões Fonomímicos e tem como objectivos:
• Consolidar e automatizar os conteúdos ensinados nos Cartões Fonomímicos e Cantilenas do Abecedário;
• Desenvolver a Consciência Fonológica - identificar os fonemas iniciais dos nomes das diferentes personagens, incentivar a realização de diversos jogos de identificação, discriminação, adição, omissão, substituição, aliteração e rima com os fonemas e sílabas aprendidas;
• Ensinar o Princípio Alfabético - ensinar o nome e os sons das letras e as suas diferentes representações gráficas, ensinar e treinar até à automatização as correspondências fonema Û grafema;
• Identificar no Abecedário Ilustrado cada letras do alfabeto, dizer o nome e o som;
• Ajudar os pais e educadores a ensinar as crianças a ler e escrever utilizando uma metodologia multissensorial, que motiva incentiva e facilita esta difícil aprendizagem;
 Ensinar a ler conjuntamente dois fonemas, ensinar a realizar a operação mental de Fusão Fonémica e treinar até conseguir a sua automatização.
 Ensinar a ler em sequência várias sílabas, a realizar as Fusões Silábicas Sequenciais competência necessária à leitura das palavras e textos apresentados nos Livros de Leitura e Caliortografia 1, 2 e 3.

A quem se destina?

 
Destinam-se a todas as crianças em idade pré-escolar, com e sem dificuldades fonológicas, que estão a iniciar a aprendizagem da leitura e da escrita, estimulando e optimizando estas aprendizagens. Às crianças e jovens que revelam dificuldades nesta aprendizagem e que necessitam de uma reeducação especializada.
Podem ser usados individualmente, ou em grupo, no jardim-de-infância, na sala de aula, em casa e nas sessões de apoio educativo como apoio e reforço das aprendizagens escolares.
• Em casa e no jardim-de-infância como actividade lúdica e de aprendizagem. São materiais educativos que optimizam o desenvolvimento da linguagem, da consciência fonológica e fonémica, do vocabulário, da memória auditiva, visual e cinestésica, do ritmo musical, do conhecimento do esquema corporal, da orientação espacial e da coordenação visuomotora.
• Nas aulas do 1º ciclo de escolaridade para as crianças sem dificuldades, são materiais que estimulam e facilitam a aprendizagem da leitura e da escrita.
• Nas aulas do 1º ciclo de escolaridade para as crianças com dificuldades fonológicas são materiais apelativos que possibilitam a realização de uma intervenção reeducativa multissensorial e sistemática, motivadora e gratificante que conduz a uma evolução rápida e quantificável das competências fonológicas, da leitura e da escrita.
 As crianças do 1º ciclo de escolaridade devem utiliza-lo paralela e interactivamente com os Cartões Fonomímicos, os Livros de Leitura e Caliortografia 1, 2 e 3 e o Caderno de Caliortografia e Vocabulário Cacográfico recorrendo a um, ou a outro, em função das competências que necessitam de ser adquiridas ou reforçadas.



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